Jaraguá do Sul voltou a brilhar no cenário internacional do taekwondo. A delegação que foi até o Rio de Janeiro (RJ) e voltou para casa com oito medalhas do Campeonato Pan-Americano Open. As duas equipes da cidade fecharam a competição com duas medalhas de ouro, uma de prata e cinco de bronze. Os principais destaques foram os jovens campeões Eloá Vithoria de Souza, vencedora da categoria Cadete até 44kg, e Kauã Luiz Prim, ouro na categoria Cadete até 45kg. “É um motivo de muito orgulho ter dois atletas campeões em um evento desta magnitude, que ainda estão na categoria de Olesc, inclusive já são medalhistas. Foi muito bacana, só temos a agradecer o apoio da Prefeitura e da Secel”, destacou o Mestre Helton Berthi. “Muito bom ver que nosso município se encontra entre os melhores da América, fruto do investimento de Jaraguá do Sul no esporte”, completou a Mestre Alessandra Trevisan. Após o destaque no Pan-Americano, os jaraguaenses já voltam as atenções para o próximo desafio da temporada: a Copa Regional Sul, marcada entre os dias 22 e 24 de maio, em Cascavel (PR). Principais resultados jaraguaenses: – Eloá Vithoria de Souza – ouro Cadete até 44kg – Kauã Luiz Prim – ouro Cadete até 45kg – Vitória Pereira Rocha – prata Juvenil até 59kg – Ana Clara Duek Lopes – bronze Juvenil até 55kg – Bruno Vinicius Limberger – bronze Sub-21 acima 87kg – Guilherme Sismer – bronze Cadete até 53kg – Hector Andreghetoni Berthi – bronze Sub-21 até 74kg – Lara Kuhn Herrmmann – bronze Cadete até 59kg
URGENTE: Provas periciais mostram que adolescentes e cão Orelha não estiveram juntos na praia e afastam agressão
A análise minuciosa das câmeras de vigilância realizada pela 10ª Promotoria de Justiça da Capital, com apoio do Grupo de Trabalho instituído pela Procuradoria-Geral de Justiça, confirmou o que já havia sido identificado pela Polícia Científica: houve descompasso temporal nas imagens, e os adolescentes investigados e o cão “Orelha” não estiveram juntos na praia no período da suposta agressão. As evidências técnicas e testemunhais indicam, ainda, que a morte do cão “Orelha”, submetido à eutanásia, está associada a uma condição grave e preexistente, e não a agressão. A manifestação, com 170 páginas e assinada por três Promotorias de Justiça, foi protocolada perante o Juízo de Direito da Vara da Infância e Juventude da Comarca da Capital na sexta‑feira (8/5). O robusto documento é dividido em dez tópicos e expõe as razões jurídicas e as provas pelas quais as Promotorias de Justiça requereram ao Judiciário o arquivamento do procedimento investigatório que apurou o caso dos cães da Praia Brava, em Florianópolis, além da adoção de diversas providências. A conclusão das Promotorias de Justiça, com o apoio do GT, decorre da análise de quase dois mil arquivos digitais, entre vídeos, dados de celulares apreendidos e fotografias, e a reinquirição de adolescentes e testemunhas mencionados no decorrer da investigação. Cronologia dos fatos Um dos eixos centrais da manifestação diz respeito à reconstituição da cronologia dos fatos. As Promotorias de Justiça, com o auxílio do Grupo de Trabalho, identificaram um elemento técnico decisivo que alterou de forma significativa a cronologia inicialmente atribuída aos fatos. Relatórios da investigação policial sustentavam que o adolescente apontado como responsável pela agressão e o cão teriam permanecido simultaneamente na praia por cerca de 40 minutos. A reanálise detalhada do material probatório, contudo, revelou inconsistências temporais que modificaram substancialmente essa narrativa. Segundo a conclusão da Promotoria de Justiça, a autoridade policial reconstruiu a linha do tempo a partir de imagens do sistema público de monitoramento Bem‑Te‑Vi, utilizadas para acompanhar o deslocamento do cão, e de registros de câmeras privadas — do condomínio e da portaria do prédio onde estava o adolescente investigado — empregados para identificar a movimentação do adolescente. A comparação minuciosa desses diferentes sistemas evidenciou uma defasagem de aproximadamente 30 minutos entre os horários registrados. As câmeras do condomínio registram horário adiantado em cerca de 30 minutos em relação aos horários registrados nas câmeras do sistema Bem-Te -Vi. Essa diferença de horário é nitidamente perceptível pelas condições de luminosidade solar. Na perícia realizada pela Polícia Científica foi confirmado esse descompasso temporal na análise inicial que sustentou as investigações, não havendo quaisquer registros que comprovem a presença do animal na orla da Praia Brava , como, aliás, confirmaram as testemunhas ouvidas no decorrer da investigação. A reavaliação promovida pelo GT do MPSC confirmou a inconsistência. Com a correção da linha do tempo, verificou‑se que, nos instantes em que o adolescente esteve nas imediações do deck, o cão se encontrava a cerca de 600 metros de distância. Dessa forma, não se sustenta a tese de que ambos tenham compartilhado o mesmo espaço por aproximadamente 40 minutos, como afirmado nos relatórios policiais. Além disso, a constatação, pelas imagens analisadas na perícia, de que o cão mantinha plena capacidade motora e padrão de deslocamento normal quase uma hora após o horário em que a investigação presume a ocorrência do ato da suposta agressão, afastou a tese de que ele teria retornado da praia já debilitado por “agressões” recentes. Infecção óssea grave e crônica Também foram analisados os elementos técnico‑científicos reunidos no caso, considerando tanto os laudos periciais quanto o depoimento do médico-veterinário responsável pelo atendimento ao cão Orelha. A avaliação conjunta dessas provas foi determinante para afastar a hipótese de maus-tratos e compreender o real quadro clínico do animal, que resultou em sua morte por procedimento de eutanásia. O laudo pericial elaborado por perito veterinário com a exumação do corpo do cão Orelha afasta a hipótese de traumatismo recente compatível com maus-tratos. O perito responsável pela exumação esclareceu que todos os ossos do animal foram examinados de forma minuciosa, sem que fosse constatada qualquer fratura ou lesão compatível com ação humana. O laudo identificou, contudo, sinais de osteomielite na região maxilar esquerda — uma infecção óssea grave e crônica — possivelmente relacionada a doenças periodontais avançadas, evidenciadas pelo acúmulo de cálculos dentários. As imagens do crânio anexadas aos autos demonstram uma lesão profunda e antiga, com perda de pelos, descamação e inflamação compatíveis com infecção de evolução prolongada. A localização da ferida, abaixo do olho esquerdo, é compatível com o edema observado pelo médico veterinário que atendeu o animal. Nesse sentido, as provas evidenciaram que o cão não apresentava cortes, rasgos ou fraturas, apenas um inchaço acentuado na região esquerda da cabeça e ocular, e, justamente por não terem sido identificados sinais de maus‑tratos, não foi realizada a comunicação imediata às autoridades, conforme prevê a legislação estadual (Lei Estadual n. 18.859/20). A condição de integridade do animal quando foi conduzido ao atendimento na clínica veterinária também foi registrada em fotografia, amplamente divulgada, na qual se observa apenas inchaço do olho esquerdo, sem a presença de outros sinais externos de violência. As Promotorias de Justiça reforçam que diante desse conjunto de provas, a hipótese de que o cão “Orelha” tenha sucumbido a um quadro clínico grave — e não a uma agressão — foi a mais bem sustentada pelos elementos produzidos nos autos. Também a morte, poucos dias depois, da cadela “Pretinha”, sua companheira, em decorrência da doença do carrapato, reforça o contexto de vulnerabilidade sanitária dos animais. “Ouvi dizer” Outro aspecto relevante destacado pelas Promotorias de Justiça diz respeito à completa ausência de registros visuais ou testemunhais diretos que confirmem a presença do cão Orelha circulando pela faixa de areia da Praia Brava no período em que supostamente teria sido agredido. Além disso, a versão da agressão surge a partir de narrativas indiretas, baseadas em comentários de terceiros, boatos e conteúdos divulgados em
Prefeitura de Corupá anuncia mudanças no funcionamento de escolas e unidades de saúde
A Prefeitura de Corupá informou alterações no funcionamento das escolas municipais e das unidades de saúde nas próximas semanas. As mudanças envolvem o calendário escolar e o atendimento nos postos de saúde do município. Na terça-feira, dia 26 de maio, não haverá aulas nas escolas e centros de educação municipais. A data será destinada à entrega de boletins escolares e ao fortalecimento da aproximação entre famílias e profissionais da educação. Segundo a secretária de Educação, Rosane Jankowski Ganske, o objetivo é incentivar a participação dos pais no acompanhamento da vida escolar dos estudantes. “A ideia é que os pais venham aos estabelecimentos de ensino e possam ter contato direto com professores e outros profissionais que atendem diretamente os seus filhos”, destacou. Mudanças nos postos de saúde Outra alteração anunciada pela Prefeitura envolve o funcionamento das unidades de saúde. Conforme a secretária de Saúde, Elisneide Bianchini, os postos não terão atendimento na última quarta-feira de cada mês, no período da tarde. De acordo com a secretária, o horário será destinado ao planejamento interno das ações e à discussão de casos específicos entre as equipes de trabalho. Apesar da suspensão parcial do atendimento neste período, Elisneide lembra que as unidades já oferecem atendimento estendido na última segunda-feira de cada mês, com funcionamento até as 20 horas. A ação é voltada especialmente à saúde da mulher e busca ampliar o acesso a consultas e exames preventivos, facilitando o atendimento para quem não consegue comparecer durante o horário comercial.
Santa Catarina orienta municípios sobre abertura de abrigos e ações emergenciais durante onda de frio intenso
Com a chegada de uma forte massa de ar frio em Santa Catarina e a proximidade do inverno, a Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família (SAS) intensificou as orientações aos municípios catarinenses para reforçar a proteção das populações mais vulneráveis durante os períodos de baixas temperaturas. Entre as principais medidas recomendadas estão a abertura de abrigos temporários, ampliação da abordagem social e concessão de benefícios eventuais para pessoas em situação de rua, famílias em extrema pobreza, idosos, pessoas com deficiência e acolhidos em instituições de longa permanência. Segundo a diretora de Assistência Social da SAS, Gabriella Dornelles, a abertura de abrigos emergenciais é uma responsabilidade dos municípios prevista na Política de Assistência Social e pode ocorrer sempre que houver necessidade em razão do frio intenso. “A definição sobre a temperatura em que devem ser abertos os abrigos é feita de forma articulada entre Assistência Social e Defesa Civil local e varia de município para município, de acordo com a realidade dos territórios”, explica. Videira abre abrigo em noites abaixo de 5°C No município de Videira, no Meio-Oeste catarinense, os abrigos temporários são ativados sempre que a temperatura fica abaixo de 5°C. O acolhimento ocorreu novamente neste domingo e segunda-feira, dias 10 e 11, diante do frio intenso registrado na região. Assim como ocorreu em 2025, o atendimento funciona no Centro de Convivência do Bairro Vila Verde, exclusivamente no período noturno e voltado apenas para pernoite. Além da abertura dos abrigos, o Estado reforça orientações previstas em uma nota técnica elaborada pela Diretoria de Assistência Social no ano passado. O documento trata das ações de prevenção, articulação intersetorial e resposta qualificada das equipes diante das situações de risco provocadas pelas baixas temperaturas. Municípios devem mapear áreas vulneráveis Entre as recomendações está o mapeamento dos territórios mais vulneráveis por meio da Vigilância Socioassistencial. O objetivo é identificar regiões com maior incidência de pessoas em situação de vulnerabilidade e definir pontos de apoio e referência para atendimento da população. Os locais podem incluir entidades assistenciais, postos de saúde, ginásios de esportes e outros espaços públicos preparados para acolhimento emergencial. A diretora também destaca que os municípios podem utilizar recursos estaduais e federais para custear campanhas informativas, funcionamento de abrigos temporários e aquisição de itens essenciais durante o inverno. Cobertores, alimentos e auxílio lenha Entre os itens que podem ser disponibilizados à população vulnerável estão: Os municípios também podem conceder benefícios eventuais específicos para o período de frio, como o auxílio lenha, já adotado em cidades da Serra catarinense. Gabriella Dornelles alerta ainda para o aumento do fluxo migratório vindo das regiões Norte e Nordeste do país, o que exige atenção especial das equipes de assistência. “Muitas vezes essas pessoas chegam a Santa Catarina despreparadas para enfrentar as baixas temperaturas”, ressalta. Abordagem social ganha reforço no inverno Outro ponto destacado pela Secretaria é o fortalecimento do Serviço Especializado em Abordagem Social durante o inverno, período em que cresce a demanda de atendimento às pessoas em situação de rua. Para as equipes de abordagem, podem ser adquiridos cobertores, alimentos e bebidas quentes, além de outros itens necessários para reduzir os riscos de hipotermia e até mortes causadas pelo frio intenso.
Prazo para entrega da declaração anual do MEI termina em 31 de maio
Os Microempreendedores Individuais (MEIs) têm até o dia 31 de maio de 2026 para entregar a Declaração Anual Simplificada do Microempreendedor Individual (DASN-Simei), referente ao ano-calendário de 2025. A declaração pode ser enviada por meio do aplicativo App MEI ou pelo Portal do Simples Nacional. Devem fazer a entrega todos os empresários individuais que foram optantes pelo SIMEI em qualquer período de 2025, mesmo aqueles que não tiveram faturamento durante o ano. A Receita Federal alerta que a não entrega dentro do prazo gera multa automática de 2% ao mês de atraso, limitada a 20% do valor total dos tributos declarados, ou ao valor mínimo de R$ 50. A penalidade é emitida automaticamente após a transmissão da declaração fora do prazo. Além de evitar encargos financeiros, a entrega da DASN-Simei é fundamental para manter o CNPJ regular e garantir benefícios previdenciários, acesso a crédito e participação em programas de incentivo. Mais de 6,4 milhões de declarações já foram entregues Dados divulgados pela Receita Federal mostram que, até o momento, 6.406.668 declarações já foram transmitidas em todo o país. O número esperado é de 16.750.387 declarações. Em Santa Catarina, 376.513 MEIs já fizeram a entrega, enquanto o total esperado no Estado é de 840.436 declarações. Confira os números por estado Estado Quantidade entregue Quantidade esperada AC 10.557 29.948 AL 56.654 159.695 AM 46.128 179.782 AP 7.417 28.484 BA 305.810 844.660 CE 172.356 474.348 DF 92.138 271.545 ES 169.298 408.379 GO 253.129 628.458 MA 61.451 193.606 MG 804.480 1.820.360 MS 85.500 232.442 MT 129.407 315.944 PA 100.051 343.669 PB 90.069 217.101 PE 181.731 509.452 PI 49.740 126.315 PR 485.703 1.099.677 RJ 533.225 1.783.262 RN 77.448 197.035 RO 42.345 102.353 RR 9.688 30.635 RS 436.053 1.027.174 SC 376.513 840.436 SE 42.748 111.912 SP 1.744.722 4.668.196 TO 42.307 105.519 TOTAL 6.406.668 16.750.387 Quem precisa declarar? Devem entregar a DASN-Simei: A orientação é para que os microempreendedores não deixem a entrega para os últimos dias, evitando congestionamentos no sistema e cobrança de multas.
OAB lamenta veto ao projeto que previa representantes da entidade no Conselho da Saúde
O Presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Eduardo Follmann, lamentou o veto do Executivo ao projeto que previa a participação da OAB nos conselhos municipal da saúde e da educação. Segundo ele, a OAB tem interesse de participar de todos os conselhos municipais, e os advogados, integrantes da entidade, poderiam, no seu entendimento, prestar uma grande colaboração nos debates da saúde. (Ouça a fala no player abaixo) A proposta foi apresentada no projeto de lei 10.064/2025, sancionado em 04 de dezembro do ano passado, prevendo um representante da OAB, escolhido em fórum próprio, dentre os advogados regularmente inscritos na 23ª Subseção e em efetivo exercício profissional no município de Jaraguá do Sul. No entanto, neste ano, um novo projeto do Executivo revogou as disposições anteriores, excluindo a participação dos advogados, e estabelecendo a composição com 16 (dezesseis) membros titulares, sendo 08 de entidades e movimentos de usuários do SUS; 04 trabalhadores da saúde; e 04 representantes do Governo Municipal, prestadores de serviços e entidades públicas de saúde. RESPOSTA DA PREFEITURA A RBN entrou em contato com a Procuradoria Jurídica do Município e recebeu uma resposta com as justificativas que, segundo a Prefeitura, determinaram a revogação. Lei a resposta na íntegra abaixo. “A Lei 10.064/2025, de iniciativa da Câmara, em seu artigo 3º previa 16 componentes no Conselho da Saúde. Porém, previa 08 representantes de entidades e movimentos representativos de usuários, 04 dos trabalhadores da saúde, 05 do governo municipal, prestadores e entidades públicas e 01 da OAB, num total de 18. Ou seja, acabou sendo sancionada contendo essas diferenças na paridade e na soma total. Através do PL 77/2026 o Executivo envio para a Câmara alterando o artigo 3º e prevendo corretamente 08 representantes de entidades e movimentos representativos de usuários, 04 dos trabalhadores da saúde e 04 do governo municipal, prestadores e entidades públicas, restabelecendo a paridade e seguindo corretamente a composição de acordo com a normativa do Conselho Nacional de Saúde (Resolução 453/2012) A adequação necessária do número de componentes através desta atualização na lei também serviu para dar mais celeridade e efetividade aos trabalhos do Conselho, visto que em várias reuniões não conseguiu-se deliberar sobre os assuntos em virtude de não haver quórum. A OAB continuará sua participação no Conselho (no seguimento representantes dos usuários)”
Equipe de natação fatura 18 medalhas no Sul-Brasileiro de Natação
Com uma delegação formada por 24 nadadores, a equipe jaraguaense terminou na quarta colocação geral da competição, sendo o clube catarinense mais bem colocado no evento. Ao todo, a AJINC/Urbano/Secel somou 18 medalhas: sete de ouro, quatro de prata e sete de bronze A AJINC/Urbano/Secel garantiu bons resultados no Campeonato Sul-Brasileiro Infantil e Juvenil de Natação, disputado no último fim de semana, em Colombo (PR), que reuniu 751 atletas de 47 clubes da região Sul do país. Com uma delegação formada por 24 nadadores, a equipe jaraguaense terminou na quarta colocação geral da competição, sendo o clube catarinense mais bem colocado no evento. Ao todo, a AJINC/Urbano/Secel somou 18 medalhas: sete de ouro, quatro de prata e sete de bronze. Entre os principais destaques esteve a nadadora Helena Lennert, campeã nas provas de 50m, 100m e 200m costas, além de Arthur Soares que conquistou ouro nos 200m e 400m medley, e nos 200m borboleta. “Essa competição foi muito bem aproveitada pela nossa equipe. Conseguimos mostrar nossa força e união através dos resultados e disputas. A comissão técnica está muito satisfeita e orgulhosa com o desempenho do time, mostrando que a cada disputa estamos evoluindo em todos os sentidos”, afirmou o técnico Diego Peña. O próximo compromisso da AJINC/Urbano/Secel será o Troféu Maria Lenk, que acontece entre os dias 18 e 23 de maio, no Rio de Janeiro.
Gripe: Apenas 13% das crianças e menos de 30% dos idosos se vacinaram em Schroeder até agora
A exemplo de outros municípios da região, a vacinação em Schroeder está muito aquém da expectativa das autoridades da saúde. A informação é do Secretário Municipal da Saúde, Adrailton Zuse. Segundo ele, o percentual está em torno de 12 a 14% entre o público infantil de seis meses a seis anos e um pouco abaixo dos 30% no grupo dos idosos acima dos 60 anos. O Secretário também confirmou o grande número de pacientes confirmados com gripe ou influenza, impactando diretamente os postos de saúde e no Pronto Atendimento. Os números já apontam 166 notificações de doenças respiratórias neste ano, sendo 32 notificações somente em 11 dias do mês de maio. Adrailton espera aumentar o índice de cobertura com o Dia da Cidadania no próximo sábado, dia 16.
Jaraguá do Sul amplia acesso ao tratamento de prevenção ao HIV em unidades de saúde
Jaraguá do Sul ampliou os pontos de acesso à Profilaxia Pós-Exposição (PEP), tratamento de prevenção ao HIV realizado por meio do uso de medicamentos antirretrovirais após situações consideradas de risco, como relações sexuais desprotegidas, acidentes com materiais perfurocortantes e outras possíveis exposições ao vírus. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, além da Farmácia do Serviço de Assistência Especializada (SAE), dos Hospital Jaraguá, Hospital São José e do PA Unimed, o tratamento agora também está disponível nas Unidades Básicas de Saúde Distritais dos bairros Águas Claras, Estrada Nova, Barra do Rio Cerro e Centro. Segundo a prefeitura, a ampliação busca facilitar o início rápido do tratamento, considerado essencial para a eficácia da prevenção. A recomendação é que a PEP seja iniciada preferencialmente nas primeiras horas após a exposição de risco, com prazo máximo de até 72 horas. A Secretaria de Saúde informou ainda que todas as Unidades Básicas de Saúde do município possuem médicos e enfermeiros capacitados para realizar a avaliação, orientação e prescrição da medicação, garantindo atendimento mais ágil, descentralizado e seguro à população. Em casos de exposição de risco, a orientação é procurar imediatamente a unidade de saúde mais próxima para avaliação e início do tratamento preventivo.
Frio intenso: Social antecipa ações para atender moradores em situação de rua
A Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de jaraguá do Sul, anunciou que está antecipando algumas ações que estavam previstas para o Programa Frio intenso, que está programado para ter início no dia 01 de junho. Em entrevista hoje, no programa Portal RBN, a Secretária Bianca Uber destacou que os agentes foram orientados a fazer busca ativa por pessoas em situações de rua para evitar complicações e até mesmo morte por hipotermia, como já ocorreu em São Bento do Sul. A RBN tem informações que Jaraguá do Sul tem cerca de 20 moradores em situação de rua. de 10 a 12 moram debaixo das pontes e o restante em imóveis abandonados na região central.