O futebol brasileiro está em luto nesta segunda-feira (18) com a morte do ex-jogador Geovani Silva, um dos grandes ídolos da história do Vasco da Gama. O ex-meia morreu aos 62 anos, em Vitória (ES), após passar mal durante a madrugada. De acordo com comunicado divulgado pela família, Geovani foi levado a um hospital em Vila Velha, mas não resistiu, apesar das tentativas de reanimação realizadas pela equipe médica. Conhecido como “Pequeno Príncipe”, o ex-camisa 8 marcou época no Vasco durante os anos 1980 e ficou conhecido pela habilidade, visão de jogo e qualidade técnica dentro de campo. Após a confirmação da morte, o Vasco da Gama publicou uma nota de pesar nas redes sociais lamentando a perda do ex-atleta. O clube destacou a importância de Geovani para a história vascaína e relembrou a trajetória do ídolo no meio-campo cruzmaltino. Quem também se manifestou foi o ex-jogador Romário, amigo e ex-companheiro de Geovani no Vasco. Em publicação nas redes sociais, Romário afirmou estar profundamente triste com a morte do ex-meia e relembrou momentos marcantes vividos ao lado do amigo desde o início da trajetória no clube carioca. Pela Seleção Brasileira de Futebol, Geovani conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988, além do título da Copa América. Também brilhou nas categorias de base da seleção brasileira, sendo campeão mundial Sub-20 em 1983. Nos últimos anos, o ex-jogador enfrentava problemas de saúde relacionados à Síndrome de POEMS, doença rara que afeta diversos órgãos do corpo.
Atropelamento de criança reacende debate sobre segurança nas vias de Jaraguá do Sul
O grave atropelamento de uma criança registrado no último sábado (16), em Jaraguá do Sul, voltou a levantar discussões sobre a falta de infraestrutura e segurança em vias com grande circulação de veículos no município. O tema foi debatido durante a sessão desta segunda-feira (18) na Câmara Municipal de Jaraguá do Sul, onde parlamentares cobraram ações do poder público para ampliar a proteção de pedestres, ciclistas e estudantes. O acidente aconteceu na Rua Eurico Duwe, no bairro Rio da Luz, e envolveu dois carros e uma bicicleta. Segundo informações apuradas no local, o motorista de uma Fiat Strada trafegava em zigue-zague quando atingiu a criança, que foi arremessada para uma área de vegetação às margens da via. Após o atropelamento, o veículo ainda colidiu contra outro automóvel. A vítima sofreu ferimentos graves e chegou a entrar em parada cardiorrespiratória. Equipes dos Bombeiros Voluntários e do Samu realizaram manobras de reanimação ainda no local antes do encaminhamento ao Hospital Jaraguá. O motorista foi preso em flagrante e o teste do bafômetro apontou 0,91 mg/L de álcool por litro de ar expelido, índice muito acima do permitido por lei. Durante o debate na Câmara, vereadores destacaram que o caso evidencia problemas antigos relacionados à ausência de acostamentos, calçadas e ciclofaixas em diversas regiões da cidade, especialmente em bairros mais afastados e áreas rurais. Parlamentares também citaram reclamações frequentes de moradores sobre a falta de manutenção nas margens das vias, incluindo vegetação alta e espaços inadequados para circulação de pedestres e ciclistas. Além da Rua Eurico Duwe, foram mencionadas outras vias consideradas críticas em relação à segurança, como ruas nos bairros Garibaldi, Jaraguá 84, Rio da Luz e João Pessoa. Os vereadores defenderam ainda a criação de mecanismos para que futuras obras de pavimentação contemplem obrigatoriamente dispositivos de segurança, como acostamentos, calçadas e ciclovias. Ao final da discussão, houve cobrança para que o Executivo municipal avance em medidas efetivas de infraestrutura e prevenção de acidentes nas vias urbanas e rurais da cidade.
Jaraguá do Sul domina etapa do Catarinense de Bicicross e amplia liderança
Jaraguá do Sul dominou a 2ª etapa do Campeonato Catarinense de Bicicross em Balneário Camboriú, reunindo 130 competidores de 11 cidades do Estado. Com uma delegação formada por 41 atletas, entre integrantes do time de rendimento e participantes do projeto/escolinha da modalidade, a equipe jaraguaense de Bicicross/Secel teve 14 campeões, 11 vice-campeões e nove terceiros lugares. O desempenho garantiu ao município a manutenção da liderança geral da competição por equipes, agora com vantagem ampliada sobre os adversários. “Foi um ótimo dia de competição, muita disputa em pista e também muita diversão. Os atletas conseguiram desempenhar bem, tendo ótimo rendimento também pensando na próxima competição”, disse o técnico, Guilherme Donat Bourscheidt. A equipe representando do município volta às pistas em duas semanas, novamente em Balneário Camboriú, para a disputa da 1ª etapa do Catarinense Super BMX e da Copa Brasil da modalidade.
Cobra coral verdadeira assusta moradores ao aparecer dentro de residência em Jaraguá do Sul
Uma cobra coral verdadeira causou preocupação entre moradores após ser encontrada escondida dentro de uma residência em Jaraguá do Sul. Considerada uma das serpentes mais venenosas do país, a espécie exige atenção redobrada e manejo especializado. O aparecimento do animal mobilizou equipes responsáveis pelo resgate, da Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama), que realizaram a captura de forma segura antes de devolver a serpente ao habitat natural. Casos como este costumam aumentar em períodos de mudança de temperatura, quando cobras procuram locais mais quentes e protegidos. Especialistas alertam que, ao encontrar qualquer serpente com padrão semelhante ao da cobra coral, a recomendação é manter distância e jamais tentar capturar o animal sem auxílio profissional. Isso porque a diferenciação entre coral verdadeira e falsa coral pode ser difícil até mesmo para pessoas experientes. De acordo com informações do CIATOX SC, a coral verdadeira possui veneno de ação neurotóxica e pode causar complicações graves em casos de acidente. A orientação é acionar o Corpo de Bombeiros ou órgãos ambientais sempre que houver a presença de animais silvestres em áreas urbanas. VEJA O VÍDEO:
Morre o menino atropelado por motorista embriagado no Rio da Luz em Jaraguá do Sul
Morreu por volta das 15h40m de hoje (18/05), o menino de 8 anos, atropelado por um motorista embriagado no sábado à tarde (16/05), na Rua Eurico Duwe, no Bairro Rio da Luz. A criança transitava de bicicleta quando foi atingido por trás por uma pick-up Volkswagen Saveiro, que também atingiu a traseira de outro veículo. Com ferimentos graves, ele chegou a ter parada cardiorespiratória após o acidente, foi reanimado pelos bombeiros e desde então, estava internado na UTI do Hospital Jaraguá, com hemorragia externa e interna, suspeita de fratura na pélvis, ferimentos no rosto e nas duas pernas. De acordo com a Polícia Militar, o motorista estava embriagado. A embriaguez foi confirmada pelo exame de bafômetro que apontou 0,91 miligramas por litro de ar expelido. O homem teria sido liberado da prisão mediante o pagamento de fiança no valor de R$ 5.000,00. No entanto, a RBN informou com exclusividade hoje (18/05), que ele seguia preso em função do não pagamento da fiança. NOTA DO HOSPITAL O Hospital Jaraguá comunica, com profundo pesar, o falecimento do paciente que estava sob cuidados da equipe assistencial da instituição. O paciente recebeu acompanhamento intensivo e assistência multiprofissional especializada.A instituição manifesta solidariedade aos familiares e amigos, neste momento de dor, reiterando seu compromisso com o acolhimento, o respeito ao sigilo médico e à privacidade da família, conforme prevê a legislação aplicável, incluindo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Nova lei sancionada em Santa Catarina fortalece a segurança das mulheres
Um conjunto de iniciativas propostas pela Alesc recebeu a sanção do Governo de Santa Catarina no início deste mês de maio e já está em vigor em todo o estado. As novas legislações tratam principalmente de temas ligados à segurança pública, educação, inclusão social e valorização do patrimônio cultural catarinense. Entre os destaques está a criação de medidas voltadas à proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade, reforçando ações preventivas e de defesa pessoal. A Lei 19.804/2026, autoriza o Poder Executivo a disponibilizar gratuitamente sprays de extratos vegetais, conhecidos popularmente como spray de pimenta, para mulheres com renda individual de até dois salários mínimos e que possuam medida protetiva deferida pela Justiça. Conforme a nova legislação, a distribuição dos dispositivos ficará sob responsabilidade dos órgãos de segurança pública, com prioridade para unidades especializadas no atendimento à mulher. O recebimento do produto deverá ser formalizado por meio da assinatura de um termo de ciência e responsabilidade por parte da beneficiária. Além da entrega do spray, a proposta também prevê a realização de ações de orientação, capacitação e treinamento sobre segurança pessoal e o uso correto de instrumentos não letais. As atividades deverão ocorrer em parceria com a Secretaria de Estado da Segurança Pública. O objetivo é ampliar os mecanismos de proteção às mulheres vítimas de violência e oferecer mais segurança diante de situações de risco.
Maio Roxo alerta para doenças inflamatórias intestinais e reforça importância do diagnóstico precoce
Campanha busca conscientizar a população sobre sintomas, tratamento e prevenção das doenças inflamatórias intestinais O mês de maio é marcado pela campanha Maio Roxo, iniciativa promovida pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia e outras instituições com o objetivo de conscientizar a população sobre as doenças inflamatórias intestinais (DIIs), além de reforçar a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. No Brasil, estima-se que cerca de 0,1% da população conviva com algum tipo de doença inflamatória intestinal. Entre as mais conhecidas estão a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, condições crônicas que provocam inflamações no trato gastrointestinal e podem comprometer significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Segundo especialistas, as doenças podem surgir em qualquer fase da vida, mas apresentam maior incidência entre adultos de 20 a 30 anos e também em pessoas entre 60 e 70 anos. Os principais sintomas incluem diarreia persistente, dores abdominais, perda de peso, anemia e desconfortos intestinais frequentes. A orientação médica é que sinais persistentes por mais de quatro semanas sejam investigados. O acompanhamento especializado é fundamental para evitar a progressão da doença e possíveis complicações. O diagnóstico costuma envolver exames como colonoscopia, tomografia, ressonância magnética, ultrassom e outros exames de imagem, especialmente quando há suspeita de comprometimento do intestino delgado. A doença de Crohn pode atingir qualquer parte do trato gastrointestinal, da boca ao ânus, enquanto a retocolite ulcerativa afeta principalmente o reto e o cólon. O tratamento varia conforme o grau da doença e pode incluir medicamentos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em casos mais graves, pacientes podem necessitar do uso de bolsa de colostomia. Especialistas também alertam para fatores que podem aumentar o risco do desenvolvimento das doenças inflamatórias intestinais, como estresse, consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e tabagismo. A campanha Maio Roxo busca ampliar a conscientização sobre os sintomas e incentivar a população a procurar atendimento médico o mais cedo possível, aumentando as chances de controle da doença e melhora na qualidade de vida.
Operação Compliance Zero completa seis meses e expõe suposto esquema bilionário no sistema financeiro
Investigação da Polícia Federal já resultou em prisões, bloqueio de bilhões em bens e apurações sobre corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa A Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal, completou seis meses consolidando-se como uma das maiores investigações financeiras já realizadas no país. Desde o início das apurações, as seis fases da operação revelaram um suposto esquema de fraudes bilionárias envolvendo instituições financeiras, lavagem de dinheiro, corrupção e relações entre empresários, agentes públicos e políticos. Segundo as investigações, o principal alvo é o banqueiro Daniel Vorcaro, apontado como líder de um esquema que teria causado potencial prejuízo de dezenas de bilhões de dólares ao Sistema Financeiro Nacional. As investigações começaram no início de 2024, após solicitação do Ministério Público Federal. Desde então, a Justiça autorizou dezenas de medidas cautelares, incluindo prisões temporárias e preventivas, buscas e apreensões, além do bloqueio de aproximadamente R$ 27,7 bilhões em bens e valores. As ações ocorreram em diversos estados brasileiros, incluindo Bahia, Minas Gerais, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal. Entre os principais pontos investigados estão suspeitas de fabricação de carteiras de crédito sem lastro financeiro, lavagem de dinheiro, corrupção de agentes públicos, favorecimento político e uso de uma suposta milícia privada para intimidação de desafetos. A operação também atingiu integrantes do sistema financeiro e autoridades ligadas ao setor bancário, incluindo ex-dirigentes do Banco de Brasília e servidores ligados ao Banco Central do Brasil. Ao longo das seis fases, a operação teve desdobramentos envolvendo empresários, policiais federais, ex-servidores públicos e parlamentares investigados por suposto favorecimento político e financeiro. Outro ponto de repercussão recente envolve áudios divulgados pelo portal The Intercept Brasil, nos quais o senador Flávio Bolsonaro conversa com Daniel Vorcaro sobre recursos destinados à produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar confirmou a autenticidade das conversas, mas negou irregularidades. Até o momento, a operação já resultou em dezenas de prisões, mais de cem mandados de busca e apreensão e bloqueios bilionários de bens ligados aos investigados.
REVIRAVOLTA: Justiça mantém preso motorista indiciado por atropelar criança em Jaraguá do Sul
Liberdade provisória foi concedida em audiência de custódia, mas fiança ainda não foi paga Nota enviada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina à Rádio RBN, revela que o motorista que atropelou um menino de oito anos em Jaraguá do Sul segue detido. Apesar de ter obtido liberdade provisória durante audiência de custódia, a soltura ainda não ocorreu porque a fiança estabelecida pela Justiça não foi paga até o momento. Conforme informações divulgadas pelo Judiciário, o homem foi autuado pelo crime de lesão corporal culposa na direção de veículo automotor com lesão de natureza grave ou gravíssima, conforme previsto no artigo 303, parágrafo 2º, do Código de Trânsito Brasileiro. A decisão judicial considerou que, em uma análise inicial do caso, não há elementos suficientes para caracterizar crime doloso, ou seja, com intenção. Também foi levado em conta o fato de o investigado ser réu primário. O entendimento acompanhou manifestação do Ministério Público. Mesmo com a concessão da liberdade provisória, foram determinadas medidas cautelares, entre elas o pagamento de fiança. Segundo o Judiciário, o valor foi definido com base na condição financeira do custodiado, seguindo critérios previstos na legislação e orientações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Enquanto a quantia não for recolhida, o motorista permanece preso. O acidente aconteceu no último sábado (16), na Rua Eurico Duwe, no bairro Rio da Luz. Conforme a Polícia Militar, o teste do bafômetro apontou 0,91 mg/L de álcool por litro de ar expelido, índice muito acima do limite permitido por lei. A criança segue internada em estado grave no Hospital Jaraguá. VEJA A NOTA DO TJSC Sobre o caso indicado ANDERSON WOJACHEIVICZ. ele foi autuado pelo delegado de polícia pelo crime descrito no artigo 303, § 2º, do Código de Trânsito Brasileiro, isto é: lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, com lesão de natureza grave ou gravíssima. A decisão adotada em audiência de custódia, que concedeu liberdade provisória, considerou não estarem presentes os requisitos da prisão preventiva porque o autuado é primário e não se está, ao menos em sede de cognição sumária, diante da prática de um crime doloso [intencional], em que pese o resultado grave. No mesmo sentido foi o requerimento do Ministério Público. Houve a fixação de medidas cautelares a serem cumpridas pelo custodiado, dentre as quais a fixação de fiança, até o momento não recolhida, razão pela qual o custodiado continua preso. O valor arbitrado a título de fiança levou em consideração a capacidade econômica do custodiado, seguindo orientação da lei e do próprio Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Fecomércio SC defende manutenção da “taxa das blusinhas” e pede debate mais amplo no Congresso
Entidade afirma que medida ajuda a reduzir desigualdades competitivas entre varejo nacional e importações internacionais A Fecomércio SC voltou a defender a manutenção da chamada “taxa das blusinhas” após o Governo Federal anunciar, nesta terça-feira (12), a revogação da medida por meio de uma Medida Provisória. Em nota oficial, a entidade destacou que a taxação das importações vinculadas ao programa Remessa Conforme representa um mecanismo mínimo de compensação ao empresário brasileiro diante das diferenças tributárias e competitivas existentes entre o comércio nacional e plataformas internacionais. Segundo a Fecomércio SC, a discussão não deve ser encarada como uma oposição ao comércio internacional, mas sim como uma tentativa de reduzir distorções que impactam diretamente a produção, o varejo e o consumo no país. A entidade alerta que o Brasil — e especialmente Santa Catarina — podem ampliar a dependência externa e enfraquecer cadeias produtivas locais caso o debate considere apenas os efeitos imediatos sobre o consumo. Para a federação, o tema precisa envolver também questões ligadas à geração de empregos, competitividade e soberania econômica. A posição da federação catarinense está alinhada à da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, que também defende que as decisões relacionadas à tributação das importações levem em conta os impactos sobre empresas e trabalhadores do comércio brasileiro. De acordo com o presidente da Fecomércio SC, Hélio Dagnoni, caso a revogação da cobrança seja mantida pelo Congresso Nacional, também deveria ser discutida uma isenção tributária federal para compras de até R$ 250 realizadas no varejo nacional, buscando equilíbrio nas condições de concorrência. A entidade ainda reforçou o apelo para que parlamentares analisem a possibilidade de devolução da Medida Provisória ao Governo Federal, permitindo um debate mais amplo sobre os impactos econômicos da medida.