A proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 entra em uma fase decisiva no Senado Federal. Após ser aprovada pela Câmara dos Deputados no final de maio, a matéria terá o cronograma de tramitação debatido pelos líderes partidários nesta semana. A proposta estabelece a obrigatoriedade de dois dias de descanso semanal para os trabalhadores e reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem alteração nos salários. A expectativa é que a definição sobre os próximos passos ocorra durante uma reunião de líderes marcada para esta terça-feira (9). O encontro deve tratar da forma e da velocidade com que o texto será analisado pela Casa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), já sinalizou que a proposta não seguirá diretamente para votação em plenário. Segundo ele, o texto precisará passar pelas comissões temáticas, começando pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presidida pelo senador Otto Alencar (PSD-BA). Alcolumbre defende que a discussão seja ampla e envolva representantes dos trabalhadores, empresários e demais setores impactados pela mudança. A posição do presidente do Senado indica que a análise poderá se estender por mais tempo do que desejam os defensores da proposta. Desde que chegou ao Senado, em 28 de maio, a PEC ainda não avançou formalmente. O feriado prolongado de Corpus Christi também contribuiu para a desaceleração dos trabalhos legislativos na última semana. Mesmo diante da possibilidade de uma tramitação mais cautelosa, integrantes da base governista seguem trabalhando para que a proposta seja aprovada até meados de julho. Para ser promulgada, a PEC precisa obter o apoio de três quintos dos senadores, o equivalente a 49 votos, em dois turnos de votação no plenário. Caso o Senado faça alterações no texto aprovado pelos deputados, a proposta terá de retornar à Câmara para nova análise. Autonomia financeira do Banco Central também está na pauta Outro tema relevante que deve movimentar o Senado nesta semana é a proposta que amplia a autonomia do Banco Central. A PEC está entre os itens previstos para votação na Comissão de Constituição e Justiça nesta quarta-feira (10). De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), a proposta cria um regime jurídico próprio para a instituição e concede autonomia orçamentária e financeira ao Banco Central, retirando-o da estrutura do Orçamento Geral da União. Pelo texto, o BC passaria a ser classificado como uma entidade pública de natureza especial, com características próprias e maior independência administrativa. O relator da matéria, senador Plínio Valério (PSDB-AM), argumenta que, apesar de o Banco Central já possuir autonomia operacional desde 2021, ainda depende das limitações orçamentárias impostas pelo governo federal, o que poderia comprometer sua capacidade de gestão. Atualmente, a autonomia operacional do Banco Central é garantida pela Lei Complementar 179, que estabeleceu mandatos fixos para o presidente e os diretores da instituição. Embora sejam indicados pelo presidente da República, os dirigentes não podem ser destituídos livremente durante o período de seus mandatos.
SC bate novo recorde no agro com VPA de R$ 75,1 bilhões e crescimento de 12% em 2025
Após um ano de retração, o agronegócio catarinense voltou a ganhar fôlego em 2025, impulsionado pela normalização das condições climáticas, pela recuperação dos preços e pela expansão da produção física. O resultado foi o maior Valor da Produção Agropecuária (VPA) da série histórica, que alcançou R$75,1 bilhões, com crescimento nominal de 15,8% em relação aos R$64,8 bilhões registrados em 2024. Descontada a inflação, o avanço real foi de 12,5%, revertendo a queda real de 4,3% observada no ano anterior e consolidando uma trajetória de crescimento médio real de 4,3% ao ano na última década. Esses dados estão na 46ª edição da Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina, publicada pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) no início de junho. O estudo reúne a análise detalhada de 64 produtos agropecuários, abrangendo a produção vegetal, animal, a aquicultura e o setor florestal, com dados oficiais validados que sintetizam o desempenho de 2025 e indicam tendências para o futuro. A publicação está disponível para consulta e download gratuito no Observatório Agro Catarinense. “A Síntese Anual da Agricultura traz um retrato da força e da evolução do agronegócio catarinense, evidenciando resultados históricos, como o maior Valor da Produção Agropecuária já registrado no Estado e o crescimento das exportações. Esses dados são fundamentais para orientar a tomada de decisões, aprimorar políticas públicas e fortalecer ainda mais o desenvolvimento do setor”, destaca o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort. Para o presidente da Epagri, Dirceu Leite, esses números são a prova da resiliência do produtor catarinense e da força do modelo tecnológico da agricultura de Santa Catarina. “Eles são fruto de um trabalho silencioso, contínuo e integrado que une a pesquisa científica de ponta e a extensão rural da Epagri ao campo. Nossa empresa se orgulha de ser um dos braços técnicos que transformam conhecimento em rentabilidade, garantindo que Santa Catarina siga alimentando o Brasil e o planeta com sustentabilidade, alta produtividade e qualidade incomparável”, comemora o presidente. Na safra 2025, o agronegócio catarinense foi impulsionado pelo forte desempenho dos grãos e pela consolidação da produção animal. Entre as principais contribuições para o crescimento do VPA em 2025 destacam-se o milho (+50,5%), o milho silagem (+46%), a maçã (+34,3%), o tabaco (+33%), os bovinos de corte (+32,6%), a soja (+24,3%) e os suínos (+20,1%). A composição setorial do VPA confirma a força da pecuária, com aproximadamente 60% do valor total, enquanto os grãos responderam por 21%. Os produtos de maior peso econômico foram suínos (21,9%), frangos (15,4%), leite (11,5%), soja (9,0%), tabaco (6,1%) e bovinos (5,3%). A Síntese Anual também reúne análises sobre tendências internacionais, crédito rural, geopolítica e o desempenho de cada cadeia produtiva, compondo um panorama abrangente de um setor que movimenta bilhões e sustenta o desenvolvimento de Santa Catarina. Em um cenário marcado por tarifas comerciais, oscilação cambial e mudanças climáticas, Luis Augusto Araujo, analista da Epagri/Cepa, avalia que a tomada de decisão no agronegócio exige acesso a informações qualificadas. “O produtor, o investidor e o gestor público precisam de uma leitura clara do presente para planejar o futuro. A Síntese reúne dados oficiais, validados tecnicamente, que mostram não apenas o que aconteceu em 2025, mas também apontam tendências para os próximos ciclos”, destacou. As exportações do agronegócio catarinense alcançaram US$ 7,9 bilhões em janeiro de 2026 (Foto: Eduardo Valente/GovSC)As exportações do agronegócio catarinense alcançaram US$ 7,9 bilhões, com Santa Catarina respondendo, em janeiro de 2026, por 49,4% do volume e 51,7% da receita brasileira das exportações de carne suína, além de 26,4% da receita e 23,1% do volume de carne de frango, resultado impulsionado pela abertura de novos mercados e pela expansão dos embarques ao Japão, que aumentaram 58,1% em quantidade de carne suína. Desafios e retomada no agro catarinenseEntre os desafios enfrentados pelo agronegócio catarinense, destacam-se a perda de valor do arroz e do feijão em razão da forte queda de preços, a retração de 26% nos preços da cebola ao produtor em janeiro de 2026 e a redução expressiva das exportações de madeira após o aumento de tarifas imposto pelos Estados Unidos a partir de agosto de 2025. O leite também registrou recuo de 12% no preço ao produtor no Alto Vale do Rio do Peixe no início de 2026, enquanto a aquicultura foi impactada pela queda no valor da produção de tilápias, pressionada pela redução de preços. Por outro lado, as oportunidades foram impulsionadas pela forte recuperação dos grãos, com soja e milho liderando o crescimento, e pelo avanço de 14,2% da pecuária em valor, sustentada por preços firmes de suínos, aves e bovinos. A maçã catarinense apresentou recuperação de 27,9% na safra 2025/26, com concentração de 83,2% da produção em Lages. No leite, o mercado sinalizou reação, com o preço do UHT subindo de R$3,30 para R$3,42 por litro entre janeiro e fevereiro de 2026. Santa Catarina também segue ampliando sua presença nos mercados internacionais de proteína animal, reforçando a competitividade do setor.
RBN FM 94,3: a voz da comunidade que conquistou Jaraguá do Sul e toda a região
Há mais de três décadas no ar, a Rádio Brasil Novo FM 94,3, a popular RBN, construiu uma trajetória marcada pela credibilidade, proximidade com os ouvintes e compromisso com a informação. Fundada em 22 de dezembro de 1989 pelo jornalista e radialista Carlos Alberto Reali, a emissora nasceu com o propósito de contribuir para a construção de um Brasil Novo e, ao longo dos anos, transformou-se em uma das rádios mais queridas e respeitadas do Norte de Santa Catarina. Com forte presença em Jaraguá do Sul, a RBN sempre valorizou a cultura local, as tradições da região e a divulgação dos principais acontecimentos que impactam a vida da comunidade. Seja na cobertura de eventos, no acompanhamento dos fatos que movimentam o cotidiano ou na prestação de serviços, a emissora consolidou uma relação de confiança com seus ouvintes. Em 2016, a rádio viveu um importante marco em sua história ao migrar do AM para o FM, passando a operar na frequência 94,3 FM. A mudança trouxe ainda mais qualidade ao sinal e ampliou a presença da emissora também nas plataformas digitais, aproximando a programação de ouvintes em qualquer lugar do mundo. Alcance que ultrapassa fronteiras Hoje, a RBN FM possui um dos maiores alcances regionais do rádio catarinense. Com cobertura que ultrapassa os limites de Jaraguá do Sul, a emissora chega a mais de 30 municípios do Norte e Planalto Norte de Santa Catarina, atingindo uma população superior a 2,5 milhões de habitantes. O sinal da rádio alcança cidades estratégicas como Joinville, Jaraguá do Sul, Blumenau, Itajaí, Balneário Camboriú, Camboriú, Navegantes, São Bento do Sul, Rio Negrinho, Guaramirim, Schroeder, Corupá, Massaranduba, São Francisco do Sul, Timbó, Indaial, Penha, Barra Velha, Araquari, Balneário Piçarras, Gaspar, Pomerode, Itapoá, Campo Alegre, entre diversas outras cidades da região. Essa abrangência faz da RBN uma importante ferramenta de integração regional, levando informação, entretenimento e prestação de serviço para milhares de famílias diariamente. Uma rádio feita para as pessoas O grande diferencial da RBN sempre foi dar voz à comunidade. Ao longo dos anos, a emissora abriu espaço para que os moradores participassem da programação, apresentassem demandas, compartilhassem histórias e acompanhassem os temas mais relevantes para a região. A rádio tornou-se referência na cobertura de assuntos de interesse público, segurança, política, economia, trânsito, esporte, cultura e eventos, mantendo uma programação dinâmica e conectada com a realidade dos ouvintes. Esse compromisso ajudou a consolidar a RBN como uma das emissoras mais ouvidas de Jaraguá do Sul, reunindo um público fiel que acompanha diariamente seus programas jornalísticos, musicais e de entretenimento. Um time de profissionais experientes Parte desse sucesso está diretamente ligada ao trabalho de uma equipe formada por profissionais experientes e reconhecidos na comunicação regional. Entre eles está Roni Oliveira, apresentador do Portal RBN e do programa Plantão do Meio-Dia e colunista no Portal RBN. Advogado, jornalista e comunicador, possui trajetória consolidada em emissoras de rádio de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, sendo uma das vozes mais conhecidas da região. Outro destaque é Gisela Marodim, que comanda o programa Manhã Mais Que Demais e atua também no Portal RBN. Com passagem por importantes emissoras de rádio do Sul do Brasil, é reconhecida pelo carisma e pela forte conexão com o público. A programação conta ainda com João Carlos Jr., apresentador dos programas Oh de Casa!, Vai de Carona e RBN Tchê. Com ampla experiência no rádio, construiu sua carreira em grandes emissoras de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, tornando-se referência no entretenimento e na comunicação popular. Na área jornalística e de variedades, Renato Santos apresenta o Plantão do Meio-Dia, Show da Tarde, Tarde RBN e colunista no Portal RBN. Jornalista e comunicador experiente, acumula passagens por importantes emissoras de rádio e televisão das regiões Sul e Nordeste do país. Completando a equipe, Tahyana Reali atua no entretenimento e no departamento comercial da emissora. Formada em Marketing, desempenha papel fundamental no relacionamento com anunciantes, parceiros e no desenvolvimento de projetos que fortalecem a presença da marca RBN no mercado. Olavo José Reali é diretor-geral da RBN 94,3 FM e tem desempenhado um papel fundamental no crescimento e na modernização da emissora. Sob sua liderança, a rádio realizou a importante migração do AM para o FM, ampliando sua qualidade e alcance. Filho do jornalista e radialista Carlos Alberto Reali, Olavo dá continuidade ao legado familiar iniciado em 1989, investindo em tecnologia, inovação e na valorização dos profissionais que fazem da RBN uma referência em comunicação na região. Rádio, portal e plataformas digitais Muito além do rádio tradicional, a RBN evoluiu acompanhando as transformações da comunicação. Atualmente, a emissora integra rádio, portal de notícias e produção de conteúdo para as plataformas digitais. Além da programação musical e jornalística, realiza coberturas especiais de shows, eventos, entrevistas exclusivas e ações publicitárias em áudio e vídeo, ampliando o alcance das marcas parceiras e fortalecendo sua presença junto ao público. Credibilidade construída ao longo do tempo Ao longo de sua história, a Rádio Brasil Novo FM 94,3 construiu uma marca baseada em credibilidade, qualidade e proximidade com a comunidade. Valorizando seus ouvintes, parceiros comerciais e investidores, a emissora mantém o compromisso de oferecer informação confiável, entretenimento de qualidade e uma programação que representa a identidade de Jaraguá do Sul e de toda a região. Mais do que uma emissora de rádio, a RBN se consolidou como uma companhia diária para milhares de pessoas, mantendo viva a essência do rádio: informar, entreter e estar ao lado da comunidade em todos os momentos. Por: Renato Santos
Justiça condena cinco pessoas por fraude milionária em empresa portuária de SC
A 2ª Vara da comarca de Itapoá condenou cinco pessoas, três homens e duas mulheres, pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e estelionato majorado — que corresponde ao estelionato com aumento de pena em razão de circunstâncias mais graves previstas em lei, como maior sofisticação da fraude e outros fatores que elevam a reprovabilidade da conduta — em um esquema de fraudes contra uma empresa do setor portuário. Ao mesmo tempo, duas mulheres foram absolvidas da acusação de associação criminosa por ausência de prova de vínculo estável com o grupo. Segundo a acusação, os envolvidos teriam integrado um esquema estruturado de desvio de recursos dentro do setor de Recursos Humanos da empresa vítima. O funcionamento do grupo consistia na inserção de pagamentos indevidos no sistema de rescisões trabalhistas, direcionados a pessoas sem vínculo empregatício com a companhia. Entre 2012 e 2016, foram registradas cerca de 105 operações fraudulentas, que resultaram em prejuízo estimado em aproximadamente R$ 1,87 milhão. De acordo com a acusação, a estrutura era liderada por um funcionário do setor responsável pela manipulação do sistema interno da empresa e pela inserção dos pagamentos irregulares. Os demais envolvidos recebiam os valores de forma reiterada e, posteriormente, parte deles teria participado de operações destinadas a ocultar a origem ilícita do dinheiro, por meio de transferências, doações e simulações de negócios com imóveis e veículos. Durante o processo, foram produzidas provas documentais, perícias técnicas, relatórios bancários e depoimentos de testemunhas. As defesas alegaram ausência de provas suficientes, inexistência de dolo e participação de menor importância. Em um dos casos, também foi arguida suposta incapacidade mental, pedido rejeitado pelo juízo por ausência de elementos que afastassem a responsabilidade penal. Na sentença, a magistrada explicou que o conjunto probatório demonstrou a existência de um esquema organizado, estável e reiterado de fraudes, com divisão de tarefas e repasses contínuos ao longo dos anos. Destacou ainda que as operações não foram isoladas, mas sistemáticas, análise que afastou a tese de participação eventual ou desconhecimento. A julgadora também ressaltou que os valores recebidos pelos envolvidos, em alguns casos por vários anos e sem justificativa lícita, reforçaram a conclusão de adesão consciente ao esquema criminoso. Quanto à lavagem de dinheiro, foi reconhecida a utilização de simulações de negócios jurídicos e transferências patrimoniais com o objetivo de dar aparência de legalidade aos recursos ilícitos. Ao final, a magistrada julgou parcialmente procedente a acusação e condenou cinco réus, com penas que variaram conforme a participação individual: Um homem e uma mulher foram condenados a dois anos e dois meses de reclusão, em regime inicial aberto, além de 12 dias-multa, pelos crimes de associação criminosa e estelionato majorado. Dois réus receberam pena de cinco anos e dois meses de reclusão, em regime semiaberto, além de 22 dias-multa, pelos crimes de associação criminosa, estelionato majorado e lavagem de dinheiro. Um homem foi condenado a dois anos e dois meses de reclusão, em regime aberto, além de 12 dias-multa, pelos crimes de associação criminosa e estelionato majorado. Duas mulheres foram condenadas a três anos de reclusão, em regime aberto, além de 10 dias-multa, por lavagem de dinheiro. Em relação às absolvições, duas mulheres foram inocentadas da acusação de associação criminosa, por ausência de prova de vínculo estável com o grupo. Ainda, o juízo determinou a reparação dos danos materiais causados, com valores individualizados conforme os montantes recebidos por cada acusado: Por fim, foi assegurado o direito de todos recorrerem em liberdade. Cabe recurso da decisão. O caso tramita em segredo de justiça.
Coleta das embalagens amarelas já está em andamento em Guaramirim
A coleta das embalagens amarelas do Programa Vale Reciclar já está acontecendo em Guaramirim. A iniciativa, desenvolvida em parceria entre a Prefeitura e o CIMVI, tem como objetivo fortalecer a coleta seletiva e incentivar a separação correta dos resíduos recicláveis no município. As embalagens estão sendo distribuídas de formas diferentes para residências, condomínios, prédios, comércios e empresas. Nas residências unifamiliares, a entrega é realizada diretamente nas casas, conforme o cronograma da coleta seletiva de cada bairro. Cada imóvel recebeu, na primeira entrega, cinco embalagens amarelas, quantidade estimada para aproximadamente um mês de utilização. Os síndicos ou representantes de condomínios e prédios devem retirar as embalagens no Almoxarifado Central, localizado na Rua Gerônimo Corrêa, 399, fundos, no Centro. O atendimento ocorre às segundas-feiras, das 7h30 às 12h e das 13h às 16h. Já os estabelecimentos comerciais e empresas podem retirar as embalagens diretamente na CDL ou na ACIAG. A Prefeitura reforça que as embalagens amarelas devem ser utilizadas exclusivamente para o descarte de materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, metal e embalagens em geral. Não devem ser colocados resíduos orgânicos, restos de alimentos ou materiais de banheiro. Vidros podem ser destinados à coleta seletiva, desde que estejam devidamente protegidos para evitar acidentes durante o manuseio. O óleo de cozinha usado também pode ser descartado, desde que armazenado em garrafas PET bem fechadas antes de ser colocado na embalagem amarela. A orientação é para que as embalagens amarelas sejam colocadas para coleta somente quando estiverem cheias e antes do início do recolhimento no bairro. A coleta inicia às 5h da manhã, conforme o cronograma já estabelecido em cada região e disponível para consulta nos canais oficiais da Prefeitura. Moradores que ainda não receberam as embalagens amarelas ou que precisem de mais unidades podem fazer a solicitação pelo aplicativo Guaramirim na Mão. Reclamações, dúvidas e sugestões também podem ser registradas pelo app. O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Geovani Satler, reforça que a participação da população é fundamental para o sucesso do Programa Vale Reciclar. “Quando os materiais são separados corretamente, aumentamos os índices de reciclagem, reduzimos o volume de resíduos enviados aos aterros sanitários e geramos benefícios ambientais para toda a comunidade. Além disso, todo o material coletado em Guaramirim é encaminhado para a Cooperativa do Vale, instalada no município e vinculada ao CIMVI, fortalecendo também a economia circular da nossa região”, destaca.
Jaraguaense conquista a prata no Brasileiro Júnior de Natação
Mesmo representada por apenas três atletas, a Secel/Ajinc/Urbano voltou para casa com medalha e resultados expressivos no Campeonato Brasileiro Júnior de Natação – Troféu Tancredo Neves, que reuniu 440 nadadores de 86 clubes de todo o país, entre os dias 1º e 6 de junho. No Parque Aquático Júlio Delamare, no Rio de Janeiro (RJ), Pedro Menel Stahelin foi o principal destaque jaraguaense ao ser vice-campeão nos 200 metros (m) peito, além de quinto lugar nos 200m medley e 50m peito. Os outros representantes da equipe foram Isadora Paulus Negherbon, que alcançou o quarto lugar nos 200m costas e a quinta posição nos 100m costas, e Henrique Sguario, que ficou em nono lugar nos 100m livre e em 10º nos 50m costas. Com os resultados, a Secel/Ajinc/Urbano encerrou a competição como a equipe catarinense mais bem colocada no torneio, alcançando o 16º lugar na classificação geral e a 11ª posição na categoria Júnior. “Foi uma participação com excelentes resultados. Trabalhamos muito duro e os resultados e melhores marcas pessoais foram alcançadas. Os atletas estão compreendendo o processo e cada um conquistando as suas vitórias pessoais. Estou muito satisfeito”, destacou o técnico Diego Peña. Após o bom desempenho na capital carioca, a equipe jaraguaense já se prepara para o próximo compromisso nacional. O desafio será o Campeonato Brasileiro Interclubes Juvenil de Inverno, que acontece entre os dias 15 e 19 de junho, em Recife (PE). Resultados jaraguaenses Pedro Menel Stahelin – prata nos 200m peito, 5º lugar 200m medley e 50m peito Henrique Sguario – 9º lugar 100m livre, 10º lugar 50m costas Isadora Paulus Negherbon – 4º lugar 200m costas, 5º lugar 100m costas
Jaraguá e Schroeder esclarecem aplicação da vacina Butantan contra a dengue
A RBN procurou as prefeituras da região em busca do procedimento adotado pelas Secretarias da Saúde, após a suspensão da vacina contra a dengue, do Instituto Butantan. Em Schroeder, o Secretário da Saúde de Schroeder, Adrailton Suze, disse hoje no Programa Portal RBN que a vacina contra dengue, do Instituto Butantan, suspensa pelo Ministério da Saúde, foi aplicada somente em profissionais da saúde, e a princípio, não houve relatos de nenhuma situação adversa. Os adolescentes foram imunizados com a vacina da Takeda. Em Jaraguá do Sul, a enfermeira Ana Kneip, destacou que a vacina foi aplicada somente em profissionais da saúde e cerca de 34% das pessoas vacinadas relataram leves efeitos colaterais como dor de cabeça e vermelhidão, sem gravidade. Por outro lado, esclareceu aos pais que a vacina aplicada para os adolescentes, em duas doses, são do Laboratório Takeda, e não houve nenhuma informação sobre efeitos colaterais ou reações adversas. MINISTÉRIO DA SAÚDE O Ministério da Saúde anunciou na segunda-feira (8), a suspensão temporária da imunização contra a dengue no país com a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan. A pasta informou que 42 pessoas apresentaram sintomas mais severos após a vacinação, sendo que três precisaram de internação e dois desses morreram. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que não é possível concluir que os eventos adversos foram causados pela vacina, mas representam um sinal de alerta e serão investigados por um comitê de especialistas. A suspensão vale apenas para a vacina produzida pelo Butantan, e não inclui o imunizante Qdenga, produzido pelo laboratório Takeda e aplicado no Sistema Único de Saúde. Até o dia 30 de maio, pouco mais de 500 mil doses da vacina do Butantan foram aplicadas em todo o país. Em fevereiro, o SUS passou a vacinar contra a dengue os profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente, de unidades básicas de saúde, por exemplo. Os casos graves registrados foram identificados nesse público-alvo. A recomendação do sistema de farmacovigilância dá mais tempo para que sejam realizados estudos adicionais para encontrar eventuais fatores de risco. Serão investigados o histórico clínico das pessoas, as doenças preexistentes, os fatores de risco individuais, as causas alternativas, possíveis desvios de qualidade e erros de imunização. Das pouco mais de 500 mil doses aplicadas em todo o país, 3.703 pessoas tiveram sintomas parecidos com os da dengue – 0,7% do total de vacinados. Desses, 42 apresentaram sintomas de alarme, que são: dor abdominal, vômito persistente ou sangramento – 0,008% dos vacinados – eventos raros, porém inesperados, já que não foram relatados durante a fase de estudos da vacina.
Saúde SC acompanha suspensão temporária da vacinação contra a dengue com imunizante do Butantan
A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), informa que o Ministério da Saúde decidiu suspender temporariamente a aplicação da vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan em todo o país. A medida é preventiva e tem como objetivo permitir a investigação aprofundada de eventos graves notificados após a vacinação. Até o momento, não foi estabelecida relação causal entre os casos investigados e a vacina. A vacinação dos adolescentes de 10 a 14 anos de idade com a vacina do laboratório Takeda continua normalmente. A decisão foi tomada após a identificação de três casos graves em investigação, entre mais de 500 mil doses aplicadas no Brasil desde o início da estratégia de vacinação em 2026. Segundo informações apresentadas pelo Ministério da Saúde, foram registradas 3.703 notificações de eventos adversos com manifestações clínicas compatíveis com dengue após a vacinação (0,7% dos vacinados), das quais 42 apresentaram sinais de alerta (0,008% do total de vacinados), incluindo três eventos graves notificados após a vacinação e atualmente sob investigação (2 no estado de São Paulo e 1 no Ceará). Os casos são considerados muito raros e, neste momento, não é possível concluir que tenham sido causados pela vacina. A SES reforça que a suspensão é uma medida de precaução adotada dentro dos protocolos de segurança que orientam os programas de imunização em todo o mundo. Quando uma vacina passa a ser utilizada em larga escala, especialmente em campanhas que envolvem centenas de milhares de pessoas, é esperado que alguns eventos de saúde ocorram temporariamente após a vacinação. Por isso, os sistemas de vigilância monitoram e investigam todas as ocorrências, incluindo manifestações leves e já conhecidas, como dor no local da aplicação, febre, mal-estar ou dor de cabeça, para determinar se existe ou não relação com o imunizante. A vacina do Instituto Butantan foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) em 2026 e representa um importante avanço no enfrentamento da dengue por ser o primeiro imunizante brasileiro de dose única contra a doença. Estudos clínicos que embasaram seu registro demonstraram elevada eficácia na prevenção de formas graves da dengue e hospitalizações, além de um perfil de segurança considerado adequado pelas autoridades regulatórias. Vacinação no Estado Santa Catarina distribuiu 36.560 doses do imunizante aos municípios para a vacinação dos trabalhadores da Atenção Primária à Saúde do SUS. Até o momento, os eventos supostamente atribuíveis a vacinação ou imunização (ESVAI) registrados no estado, relacionados à vacina contra a dengue do Instituto Butantan são compatíveis com as reações já descritas na bula do imunobiológico, não havendo registro de eventos graves associados à vacinação no estado. A partir da suspensão temporária, as doses serão mantidas nas redes de frio dos municípios e do Estado até que novas orientações sejam emitidas pelo Ministério da Saúde. A Secretaria de Estado da Saúde segue acompanhando as investigações conduzidas pelo Ministério da Saúde, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelos demais órgãos responsáveis pela avaliação da segurança dos imunizantes. Novas informações serão divulgadas assim que houver a conclusão das análises. A SES reforça que a população deve manter a confiança nas vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde. A vacinação continua sendo uma das estratégias mais eficazes para a prevenção de doenças, redução de internações e proteção da vida.
Óleo de cozinha pode ser colocado nos sacos verde e amarelo da coleta reciclável
Após vários questionamentos de ouvintes da RBN, a Prefeitura de Guaramirim e o Samae de Jaraguá do Sul, esclareceram que o óleo de cozinha, acondicionado em garrafas pets, pode ser colocado nos sacos verdes e amarelos junto com o material reciclável. As dúvidas surgiram em Guaramirim devido ao fato constatado por moradores de que os coletores estavam retirando as garrafas pets dos sacos, deixando na calçada e levando somente os demais materiais recicláveis. Em Guaramirim, o Secretário Geovane Satler destacou que pode ter havido um desencontro de informações em fato isolado. Em Jaraguá do Sul, o Diretor do Samae, Deverson Simioni, também falou sobre a sistemática da coleta. Ouça as entrevistas nos players abaixo.
Primeiro encontro de Recicladores reuniu cooperativas no dia mundial do meio ambiente em Jaraguá do Sul
O Primeiro encontro de recicladores de cooperativas de Jaraguá do Sul reuniu quatro das doze cooperativas existentes em no município. Na avaliação da coordenadora do encontro, Veridiana Ananias, o número não foi maior em função do feriadão prolongado e do evento ser realizado numa sexta-feira à noite. “No entanto, como o dia 05 era dia do meio ambiente, mantemos o evento para marcar a data”, destacou salientando que novos encontros serão realizados em breve. Por outro lado, Veridiana avaliou o debate como muito produtivo e necessário para sanar as dúvidas de muitos recicladores, já que o encontro contou com a participação do diretor do Samae, Deverson Simione. O grande objetivo, a partir de agora, será unir as cooperativas em busca de mais visibilidade, alinhamento de ideias e melhorias no ambiente de trabalho e na renda.