Uma fiscalização da Polícia Militar terminou com quatro termos circunstanciados e uma ocorrência de resistência e desobediência na noite de terça-feira (11), em um bar localizado na Rua Carlos Oechsler, no bairro Ilha da Figueira, em Jaraguá do Sul. A ação ocorreu por volta das 21h39, durante patrulhamento da PM. Segundo a corporação, o estabelecimento era alvo de denúncias relacionadas ao tráfico de drogas e ao uso de entorpecentes. Durante a fiscalização, 13 homens foram abordados no interior do bar. Conforme a Polícia Militar, durante as entrevistas, quatro deles informaram espontaneamente que estavam portando substâncias ilícitas. Nas buscas realizadas pelos policiais, foram encontrados cigarros e porções de substâncias semelhantes à maconha e à cocaína, totalizando aproximadamente 5,8 gramas. Diante da situação, a PM confeccionou os respectivos Boletins de Ocorrência – Termos Circunstanciados (BO-TC) para os envolvidos, além dos Autos de Infração Administrativa relacionados ao porte das substâncias em local público. Durante a conclusão dos procedimentos, no entanto, um dos homens passou a apresentar comportamento agressivo e começou a resistir à ação policial. Para interromper a resistência, os policiais utilizaram agente químico de menor potencial ofensivo. Mesmo após a intervenção, segundo a PM, o homem pegou um taco de sinuca e avançou na direção de um dos policiais. Diante da ameaça, foi necessário utilizar técnicas de controle físico para contê-lo e algemá-lo, evitando que novas agressões ocorressem. Após ser contido, o homem se acalmou e passou a colaborar com os procedimentos realizados pela guarnição. Ao final da ocorrência, os envolvidos assumiram o compromisso de comparecer à audiência que será designada pela Justiça. Após a conclusão dos procedimentos legais, todos foram liberados ainda no local. A ocorrência foi registrada como desobediência, resistência e posse de drogas.
Trecho de rua será interditado nesta quarta-feira em Guaramirim
Motoristas que circulam pelo bairro Avaí, em Guaramirim, devem ficar atentos a uma alteração temporária no trânsito nesta quarta-feira (12). Um trecho no entroncamento da Rua Guilherme Tomelin com a Rua Expedicionário Olímpio José Borges será interditado para a realização de serviços da empresa Rumo Logística. De acordo com a Prefeitura de Guaramirim, o bloqueio está programado para ocorrer das 9h às 17h. Durante esse período, a circulação de veículos ficará impedida no ponto onde as duas vias se encontram. A intervenção faz parte de uma atividade programada pela empresa e deverá afetar o deslocamento de motoristas que utilizam o trecho ao longo do dia. Por isso, a recomendação é que os condutores planejem o trajeto com antecedência e, sempre que possível, optem por rotas alternativas para evitar transtornos e atrasos. A Prefeitura também orienta os motoristas a respeitarem a sinalização instalada no local e a redobrarem a atenção durante o período dos trabalhos. A circulação deverá ser normalizada após o encerramento das atividades previstas para esta quarta-feira. A interdição é temporária, com previsão de funcionamento do bloqueio entre 9h e 17h. Moradores e demais usuários das vias que precisarem passar pela região devem considerar a alteração no trânsito durante esse intervalo.
Samae de Jaraguá do Sul inicia renovação da frota com veículos locados
O Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Jaraguá do Sul iniciou uma nova etapa de renovação da frota, com a disponibilização de veículos mais novos para atender às atividades operacionais e administrativas da autarquia. Os veículos serão disponibilizados por meio de locação. Segundo o Samae, o modelo permite renovar a frota sem a necessidade de imobilizar recursos na aquisição dos veículos. O contrato também transfere à empresa responsável obrigações como manutenção e outros custos relacionados à operação. De acordo com o diretor-presidente do Samae, Onésimo Sell, a escolha pelo modelo foi baseada em um estudo de Custo Total de Operação (TCO). A análise levou em consideração despesas como manutenção, oficina, seguros, documentação, depreciação e desvalorização dos veículos. Segundo Sell, o estudo apontou uma vantagem econômica estimada em 17% em comparação ao modelo de frota própria. A expectativa também é de maior previsibilidade dos custos e redução dos riscos relacionados à manutenção e à indisponibilidade dos veículos. “A renovação também contribui para a continuidade dos serviços de saneamento, reduzindo o impacto de veículos parados para manutenção preventiva ou corretiva e proporcionando melhores condições de trabalho às equipes”, afirmou o diretor-presidente. Modelo já é adotado por outros órgãos A locação de veículos também é utilizada por outros órgãos públicos. A Prefeitura de Curitiba, por exemplo, iniciou a renovação da frota locada destinada às secretarias e órgãos da administração indireta. Segundo o Samae, uma contratação realizada pelo município resultou em economia de 18,2% e contemplou veículos de diferentes categorias. No setor de saneamento, a Companhia Águas de Joinville, em Santa Catarina, também possui histórico de contratação de veículos por meio de locação, incluindo processos para locação mensal destinada ao atendimento das necessidades operacionais da companhia. Para o Samae, a renovação da frota faz parte de uma estratégia baseada em planejamento, economicidade e eficiência operacional. A iniciativa busca garantir o uso estratégico dos recursos públicos e oferecer melhores condições de trabalho às equipes responsáveis pela prestação dos serviços de saneamento à população.
Brasileiros ainda têm R$ 5,12 bilhões esquecidos em bancos
Mais de R$ 5,12 bilhões continuam esquecidos em instituições financeiras brasileiras, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Banco Central (BC). Do total, cerca de R$ 3,76 bilhões pertencem a 22,66 milhões de pessoas físicas, enquanto aproximadamente R$ 1,35 bilhão está disponível para 2 milhões de empresas. Os números fazem parte do Sistema Valores a Receber (SVR), criado pelo Banco Central para permitir a consulta e o resgate de recursos esquecidos em bancos, consórcios, financeiras, corretoras e outras instituições. Desde o início do sistema, mais de R$ 15,81 bilhões já foram devolvidos. Desse montante, R$ 11,65 bilhões foram destinados a pessoas físicas e R$ 4,15 bilhões a pessoas jurídicas. Maioria dos valores é de até R$ 10 A maior parte dos beneficiários tem pequenas quantias para receber. Cerca de 18,5 milhões de pessoas, aproximadamente 70% do total, têm até R$ 10 esquecidos. Outros 4,96 milhões de beneficiários possuem valores entre R$ 10,01 e R$ 100. Já aproximadamente 3 milhões de pessoas têm quantias superiores a R$ 100. Somente em junho, os brasileiros resgataram cerca de R$ 340 milhões. Em maio, foram R$ 427 milhões e, em abril, R$ 483 milhões. Como consultar A consulta pode ser feita gratuitamente pelo Sistema Valores a Receber do Banco Central. Para verificar se há dinheiro disponível, não é necessário fazer login: basta informar o CPF e a data de nascimento ou o CNPJ e a data de abertura da empresa. Caso existam valores, o acesso ao sistema para solicitar o resgate exige uma conta Gov.br nos níveis prata ou ouro, com verificação em duas etapas. O dinheiro pode ser solicitado diretamente à instituição responsável, pelo próprio Sistema Valores a Receber ou por meio do recurso de resgate automático, quando disponível. Entre os valores que podem estar disponíveis estão recursos de contas-correntes e poupanças encerradas, cotas de cooperativas de crédito, consórcios encerrados, tarifas cobradas indevidamente, operações de crédito e contas de pagamento encerradas.
INSS amplia lista de doenças que dispensam carência para benefícios por incapacidade
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reconhece atualmente 18 condições de saúde que podem garantir a concessão do auxílio por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença, e da aposentadoria por incapacidade permanente, antiga aposentadoria por invalidez, sem a exigência do período mínimo de contribuições à Previdência Social. A lista foi ampliada em julho deste ano, com a inclusão da gestação de alto risco entre as situações que permitem a dispensa da carência. Confira as 18 condições: Comprovação da incapacidade Segundo o INSS, a simples existência de uma das doenças listadas não garante automaticamente a isenção da carência. É necessário que a condição apresente evolução aguda e se enquadre nos critérios de gravidade estabelecidos. O quadro de evolução aguda é definido como uma doença ou afecção de instalação súbita, não sendo considerados, para esse fim, episódios agudos de doenças crônicas. Já o critério de gravidade envolve situações com risco iminente de morte ou perda da função de um órgão ou sistema, que exijam atendimento clínico ou cirúrgico. Também podem ser considerados casos de instabilidade das funções vitais ou necessidade de substituição artificial de funções. Por isso, a documentação médica apresentada pelo segurado precisa comprovar a incapacidade e as características do quadro de saúde.
Massaranduba é reconhecida pela ONU por ações de resiliência urbana
Massaranduba está entre as cidades reconhecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) por concluir todas as etapas da iniciativa Construindo Cidades Resilientes 2030 (MCR2030). O programa é liderado pelo Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNDRR) e tem como objetivo apoiar municípios na prevenção e redução de riscos de desastres. A iniciativa orienta as cidades na identificação de áreas vulneráveis, no planejamento de ações preventivas e na implementação de medidas para fortalecer a capacidade de resposta diante de eventos como enchentes, deslizamentos, temporais e estiagens. O trabalho é dividido em três etapas. A primeira é voltada à compreensão dos riscos e das vulnerabilidades do município. A segunda envolve o planejamento de estratégias e ações. Já a terceira etapa trata da execução das medidas planejadas, incluindo melhorias na infraestrutura e no sistema de gestão de emergências. Para o diretor de Proteção e Defesa Civil de Massaranduba, Rodrigo Caetano, a conclusão das etapas representa um reconhecimento dos avanços do município na área. Segundo ele, ser uma cidade resiliente significa conhecer as vulnerabilidades, planejar ações e transformar esse planejamento em medidas concretas para proteger a população. A participação de Massaranduba na MCR2030 também reforça o trabalho permanente da Proteção e Defesa Civil no monitoramento de áreas de risco, na prevenção e no planejamento de respostas a situações de emergência. A proposta da ONU destaca ainda a importância da atuação integrada entre poder público, órgãos de emergência, comunidade e demais instituições para reduzir riscos e aumentar a capacidade de resposta das cidades diante de eventos adversos.
Jaraguá Futsal goleia fora de casa e mantém 100% no Catarinense Sub-18
O Secel/Jaraguá Futsal segue com campanha perfeita no Campeonato Catarinense Sub-18. Pela oitava rodada, a equipe jaraguaense venceu o Balcam/Balneário Camboriú por 7 a 1, no sábado (8), atuando fora de casa. O time construiu a goleada com gols de Vinholes e Tatinha, duas vezes cada, além de Anthony, Cauê e Nati. Neto marcou o único gol dos donos da casa. Com seis vitórias em seis partidas disputadas, o Jaraguá chegou aos 18 pontos e permanece na liderança isolada da competição. A vantagem é de cinco pontos para São Bento do Sul, que aparece na segunda posição, embora tenha mais jogos realizados. A equipe já garantiu classificação para a próxima fase e volta à quadra no dia 20 de agosto, quando enfrenta Joaçaba, no Meio-Oeste catarinense. O Estadual Sub-18 conta com nove equipes na primeira fase, disputada em turno único. Ao final, os oito melhores avançam para as quartas de final. Resultado:Balcam/Balneário Camboriú 1 x 7 Secel/Jaraguá Futsal Basquete de Jaraguá do Sul fica com o vice na Copa Araucária Sub-22 O basquete masculino de Jaraguá do Sul terminou na segunda colocação da etapa Copa Araucária da Supercopa do Brasil Sub-22. A competição foi realizada no fim de semana, em Maringá, no Paraná. Representada pela Secel/AJAB, a equipe disputou três partidas diante de adversários paranaenses. Na estreia, venceu Londrina por 73 a 55. Depois, perdeu para Campo Mourão por 79 a 68 e para Maringá por 73 a 62. Campo Mourão terminou a etapa na primeira colocação, com três vitórias em três jogos e 100% de aproveitamento. Maringá ficou na terceira posição. Agora, o foco da equipe jaraguaense passa a ser o Campeonato Catarinense Sub-20. O time comandado pelo técnico Rafael Mueller disputa o quadrangular decisivo neste fim de semana, no Ginásio Arthur Müller, em Jaraguá do Sul. Resultados da Secel/AJAB:
Celesc reforça segurança durante chuvas e temporais em SC
A previsão de chuvas e temporais em diferentes regiões de Santa Catarina levou a Celesc a reforçar as orientações de segurança à população. A Defesa Civil do Estado alertou para a possibilidade de temporais isolados de intensidade moderada a forte, acompanhados de raios, rajadas de vento, granizo e alagamentos pontuais. De acordo com a Celesc, a combinação de ventos fortes e solo encharcado aumenta o risco de queda de árvores sobre a rede elétrica, rompimento de cabos e danos à infraestrutura. Durante os períodos de instabilidade, a recomendação é que a população redobre os cuidados e mantenha distância da rede elétrica. Orientações de segurança A Celesc também orienta que situações envolvendo cabos rompidos, postes danificados ou outros problemas na rede elétrica sejam comunicadas imediatamente à Companhia. Canais de atendimento Emergência e falta de energia: 0800 048 0196Agência Web e aplicativo: CelescWhatsApp (Chatbot): (48) 99860-0067
CNI critica nova lei do piso do frete e alerta para aumento dos custos logísticos no Brasil
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) voltou a se posicionar contra a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC). A entidade avalia que as mudanças aprovadas pelo Congresso e sancionadas pelo governo federal podem elevar os custos de transporte, reduzir a competitividade das empresas e aumentar a pressão sobre os preços ao consumidor. A alteração foi oficializada com a Lei nº 15.485/2026, sancionada na quarta-feira (5), que modifica as regras relacionadas ao piso mínimo de frete para o transporte rodoviário de cargas. Na avaliação da CNI, o novo modelo aumenta a complexidade das operações e pode gerar mais insegurança jurídica para empresas que dependem do transporte rodoviário. A entidade também considera que parte dos custos adicionais poderá ser incorporada aos preços dos produtos, com possíveis efeitos sobre a inflação. Um levantamento realizado pela própria CNI no primeiro semestre de 2026, com 1.571 empresas industriais de todo o país, apontou que a política de pisos mínimos já representava, em média, 16,4% de aumento nos custos de frete para a indústria. O impacto também aparece na percepção das empresas. Segundo a pesquisa, 94% das indústrias que utilizam transporte rodoviário identificaram efeitos negativos provocados pela política. Além disso, aproximadamente 80% consideraram que a metodologia utilizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para calcular os pisos está parcial ou totalmente distante da realidade das operações. A CNI afirma que os efeitos são ainda mais significativos para pequenas empresas, setores que dependem fortemente do transporte por rodovias, cadeias produtivas de menor valor agregado e regiões onde a logística já representa um custo elevado. Entre as mudanças mantidas na legislação estão o prazo máximo de 30 dias para o pagamento do frete, a manutenção de determinadas sanções relacionadas ao descumprimento dos pisos antes da publicação da nova lei e a aplicação das regras também ao TAC-agregado e ao TAC-independente. Durante a tramitação da medida provisória que deu origem à nova legislação, alguns pontos foram alterados. Entre eles, a exclusão da possibilidade de desconsideração da personalidade jurídica e a criação de um limite de R$ 1 milhão para multas decorrentes de reincidência no descumprimento do piso. Apesar dessas mudanças, a CNI entende que os efeitos econômicos da política continuam preocupantes. O diretor de Relações Institucionais da entidade, Roberto Muniz, afirma que regras com impacto sobre o transporte e a logística precisam considerar os efeitos sobre toda a cadeia produtiva. Segundo ele, o setor industrial busca um ambiente com maior previsibilidade e segurança jurídica. A entidade também pretende ampliar sua atuação no Judiciário. A CNI já questiona a constitucionalidade do tabelamento do frete por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5.964, em tramitação no Supremo Tribunal Federal, e informou que pretende atualizar a ação para incluir as alterações promovidas pela nova legislação. Enquanto aguarda uma decisão do STF, a confederação afirma que continuará atuando no Congresso e junto aos órgãos reguladores para tentar modificar pontos da política, incluindo a regulamentação e a metodologia utilizada para definir os valores mínimos de frete.
Santa Catarina cria rede para ampliar presença das empresas catarinenses no mercado internacional
Santa Catarina vai adotar uma estratégia integrada para ampliar a participação de empresas do Estado no mercado internacional. A criação da Rede Catarinense de Internacionalização foi anunciada durante reunião do Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM). A proposta é reunir competências do governo e do setor produtivo em uma estratégia única, com planejamento até 2030. A iniciativa pretende facilitar o acesso das empresas catarinenses a mercados externos e fortalecer a competitividade dos produtos do Estado. O grupo técnico da nova rede contará com especialistas indicados pelas federações empresariais que fazem parte do COFEM. O planejamento será organizado em quatro frentes: negócios e internacionalização; certificação e acesso a mercados; competitividade e tecnologia; e serviços e promoção comercial. Para o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Gilberto Seleme, a abertura para o mercado internacional representa uma oportunidade para ampliar a presença de produtos catarinenses no exterior. Segundo ele, o Estado já possui empresas com produtos de valor agregado e padrões de qualidade capazes de atender às exigências de outros países. Um dos focos apresentados durante a reunião foi o acordo entre Mercosul e União Europeia. O secretário executivo de Articulação Internacional, Paulo Bornhausen, defendeu que Santa Catarina esteja preparada para aproveitar as oportunidades que podem surgir com o tratado. A estratégia envolve setores como indústria, agronegócio e comércio, com ações voltadas à preparação das empresas para um ambiente de maior integração comercial. Bornhausen também destacou a importância da atuação conjunta entre o governo estadual e o setor produtivo para garantir melhores condições de competitividade. A logística também entrou na pauta do COFEM. O diretor de operações Sul da Arteris, Antonio Cesar Ribas Sass, apresentou propostas relacionadas à ampliação e às melhorias operacionais no trecho Norte da BR-101. Outro ponto discutido foi a situação do Porto de Itajaí, considerado estratégico para o transporte da produção catarinense. A Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (FACISC) apresentou informações sobre os processos relacionados à concessão do canal de acesso e ao arrendamento do terminal portuário. A expectativa é que a integração entre governo, indústria, comércio, serviços e agronegócio ajude Santa Catarina a ampliar sua presença no comércio exterior e a criar condições para que mais empresas tenham acesso a mercados internacionais.