Indústria defende agilidade no crédito e investimentos para empresas prejudicadas pelas tarifas dos Estados Unidos A Confederação Nacional da Indústria (CNI) considera decisiva a regulamentação das linhas de financiamento do Plano Brasil Soberano 3, prevista para esta quarta-feira (26) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A medida deve transformar os R$ 18,5 bilhões anunciados pelo governo federal em crédito disponível para empresas afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos e por conflitos internacionais. Para a CNI, além do volume de recursos, a velocidade de liberação será fundamental para evitar que os efeitos das tarifas comprometam o caixa e a capacidade de investimento das empresas brasileiras. Segundo levantamento da entidade, 48,7% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos estão sujeitas a algum tipo de tarifa adicional. Com a sobretaxa de 12,5%, em vigor desde 24 de julho, 3.985 produtos passaram a enfrentar uma tributação total de 37,5%. O conjunto representa cerca de US$ 10,8 bilhões em vendas brasileiras ao mercado norte-americano. Crédito precisa preservar investimentos A CNI defende que as condições definidas pelo CMN não sejam restritas ao capital de giro. Para a entidade, os recursos também precisam permitir investimentos capazes de manter a competitividade da indústria. Entre as medidas consideradas prioritárias estão a aquisição de máquinas e equipamentos, ampliação da capacidade produtiva, fortalecimento das cadeias de fornecedores e investimentos em inovação. A entidade também cobra prazos e períodos de carência compatíveis com o tempo necessário para que os investimentos apresentem resultados, além de agilidade na habilitação das empresas junto ao BNDES e às instituições financeiras credenciadas. O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirma que o crédito emergencial é importante para atravessar o período de maior pressão, mas não resolve sozinho os obstáculos estruturais enfrentados pela indústria brasileira. Entre esses fatores estão os juros elevados, os spreads bancários e a incidência do IOF sobre operações de crédito, componentes do chamado Custo Brasil. Como serão distribuídos os recursos O Plano Brasil Soberano 3 foi criado pela Medida Provisória 1.379/2026 e prevê R$ 18,5 bilhões em recursos. Desse total, R$ 13,5 bilhões virão do Tesouro Nacional e R$ 5 bilhões serão disponibilizados com recursos próprios do BNDES. A divisão prevista inclui: Os recursos poderão ser utilizados para capital de giro, produção destinada à exportação, aquisição de bens de capital, ampliação da capacidade produtiva, fortalecimento das cadeias e inovação tecnológica. Drawback também ganha prazo maior A CNI também avaliou positivamente a Medida Provisória 1.386, publicada na terça-feira (25), que permite ampliar em até 12 meses o prazo de suspensão de tributos do regime de drawback para empresas que comprovarem impactos das tarifas adicionais dos Estados Unidos sobre seus compromissos de exportação. O mecanismo permite a aquisição ou importação de determinados insumos com suspensão de tributos, desde que a empresa cumpra posteriormente o compromisso de exportação estabelecido no ato concessório. Em 2025, empresas que utilizaram o drawback suspensão foram responsáveis por mais de US$ 72 bilhões em exportações, aproximadamente um quinto das vendas externas brasileiras. A extensão do benefício para fabricantes-intermediários também foi destacada pela CNI, já que os efeitos das tarifas podem atingir diferentes etapas das cadeias produtivas. CNI defende diversificação de mercados Além das medidas emergenciais, a entidade defende uma estratégia de longo prazo para reduzir a dependência de determinados mercados e ampliar a presença da indústria brasileira no comércio internacional. A CNI avalia que o governo deve manter as negociações com os Estados Unidos, fortalecer a defesa comercial e, paralelamente, buscar novos acordos e destinos para os produtos brasileiros. Para a indústria, a combinação entre crédito, manutenção dos investimentos e abertura de novos mercados será fundamental para reduzir os impactos do tarifaço e preservar a competitividade das empresas brasileiras no cenário internacional.
Mudanças no consumo chinês acendem alerta para indústria catarinense
Transformações nos hábitos alimentares e avanço da produção doméstica na China podem mudar o cenário das exportações de Santa Catarina As mudanças nos hábitos alimentares da população chinesa e o esforço do país para aumentar a produção e a autossuficiência de alimentos começam a exigir atenção da indústria catarinense. Um estudo do Observatório FIESC aponta que urbanização, industrialização e aumento da renda estão modificando o perfil de consumo da China e podem afetar produtos que atualmente têm forte participação nas exportações de Santa Catarina. A análise foi apresentada nesta terça-feira (25), durante reunião do Conselho de Alimentos e Bebidas da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). Para a presidente do Conselho, Rosimeri Francener, acompanhar essas transformações é importante para que o setor antecipe possíveis mudanças no mercado internacional. A China vem adotando medidas para ampliar a produção interna e incorporar novas tecnologias à indústria de alimentos. Entre as metas estabelecidas pelos planos quinquenais está o aumento da produção de grãos, de 650 milhões para 725 milhões de toneladas até 2030. Embora seja um dos maiores produtores mundiais, o país ainda depende de fornecedores estrangeiros em algumas cadeias, como a soja. Em segmentos importantes para Santa Catarina, porém, o nível de autossuficiência é elevado: chega a 98% no frango e a 97% na carne suína. Exportações catarinenses perderam espaço O avanço da produção chinesa já produz efeitos sobre as exportações catarinenses. Segundo o Observatório FIESC, enquanto as exportações brasileiras dos produtos analisados cresceram 47% na série histórica, as vendas de Santa Catarina recuaram 34%. A carne suína é um dos principais exemplos. Durante a crise provocada pela peste suína africana, a autossuficiência chinesa caiu de 97% para 89% em 2020. O espaço aberto pela redução da produção doméstica favoreceu os exportadores catarinenses. Em 2021, Santa Catarina chegou a exportar US$ 758 milhões em carne suína para a China. Com a recuperação da produção chinesa, porém, o Estado perdeu aproximadamente US$ 490 milhões em exportações entre 2021 e 2024. O cenário mostra como mudanças na produção interna chinesa podem afetar diretamente setores importantes da economia catarinense. Diversificação pode abrir espaço Apesar dos desafios, o mercado chinês também apresenta oportunidades para ampliar e diversificar a pauta de exportações. Entre os produtos catarinenses apontados pelo estudo com potencial de expansão estão pescados, crustáceos, preparações alimentícias, miudezas comestíveis, farinha de carne e alimentos para animais. O leite em pó também aparece entre as possibilidades. Outra estratégia é aumentar a participação de produtos processados e de maior valor agregado. A mudança no perfil de consumo da população chinesa pode abrir espaço para alimentos industrializados, segmento em que Santa Catarina possui capacidade produtiva. A condição sanitária diferenciada do Estado também pode funcionar como vantagem competitiva na disputa pelo mercado asiático. Menor dependência de poucos produtos Para a indústria catarinense, o principal desafio é diminuir a concentração das exportações em um número limitado de produtos e acompanhar de perto as políticas chinesas de autossuficiência. A estratégia envolve ampliar a variedade de produtos vendidos ao país, investir em alimentos de maior valor agregado e buscar novos mercados consumidores. A mudança no comportamento do consumidor chinês, portanto, representa ao mesmo tempo um alerta e uma oportunidade para Santa Catarina: enquanto o avanço da produção doméstica pode reduzir a demanda por alguns produtos tradicionais, a diversificação e a industrialização dos alimentos podem criar novos espaços para a indústria catarinense no mercado asiático.
Morre aos 98 anos Rodolfo Hufenüssler, ex-presidente da ACIJS e autor do Hino de Jaraguá do Sul
Empresário teve atuação marcante no desenvolvimento industrial e comunitário de Jaraguá do Sul O empresário e líder comunitário Rodolfo Hufenüssler morreu nesta quarta-feira (26), aos 98 anos. Ex-presidente da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul (ACIJS), ele também ficou marcado na história do município como autor da letra do Hino de Jaraguá do Sul. Em nota, a ACIJS lamentou a morte e destacou a trajetória de Hufenüssler como uma das figuras importantes para o desenvolvimento econômico e cultural da região. Rodolfo participou da expansão da empresa fundada por seus pais, Rudolph e Hildegard Hufenüssler, contribuindo para a transformação do negócio em uma empresa com atuação nos mercados nacional e internacional. Na ACIJS, presidiu a entidade entre 1970 e 1972, período em que teve participação na consolidação do associativismo empresarial e na defesa de pautas relacionadas ao desenvolvimento de Jaraguá do Sul. A atuação de Hufenüssler, porém, foi além do setor empresarial. Ao longo da vida, manteve participação em iniciativas comunitárias, sociais e culturais. Um dos principais legados deixados para a cidade foi a autoria da letra do Hino de Jaraguá do Sul, obra que se tornou um dos símbolos do município e que, segundo a ACIJS, representa a ligação do empresário com a terra natal. Em manifestação publicada nesta quarta-feira, a entidade prestou homenagem ao empresário e expressou solidariedade aos familiares, amigos e colaboradores da DR Aromas & Ingredientes. A morte de Rodolfo Hufenüssler deixa um legado ligado à indústria, ao associativismo e à cultura de Jaraguá do Sul, com uma trajetória que atravessou décadas da história do município. Em reconhecimento a sua inestimável contribuição para para o desenvolvimento econômico, social e cultural de nossa cidade, o Município decreta Luto Oficial de três dias em Jaraguá do Sul.
Empresas afetadas por tarifa dos EUA poderão ampliar prazo para exportações
Empresas brasileiras que tiveram compromissos de exportação prejudicados pelas tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos poderão ganhar até 12 meses para cumprir as obrigações previstas no regime de drawback suspensão. A possibilidade foi criada pela Medida Provisória (MP) 1.386, publicada nesta terça-feira (25) no Diário Oficial da União. A medida integra o Plano Brasil Soberano 3 e busca dar mais tempo para que empresas afetadas pelas mudanças no comércio com os Estados Unidos mantenham suas vendas ao mercado norte-americano ou encontrem novos destinos para seus produtos. O drawback suspensão permite que empresas adquiram ou importem determinados insumos utilizados na fabricação de produtos destinados à exportação com suspensão de tributos. Em contrapartida, precisam cumprir um compromisso de exportação dentro do prazo estabelecido no chamado ato concessório. Pelas novas regras, poderão solicitar a prorrogação empresas que tenham atos concessórios com prazo final entre 22 de julho e 31 de dezembro de 2026 e que comprovem que seus compromissos de exportação foram afetados pelas tarifas adicionais aplicadas pelos Estados Unidos. A possibilidade também alcança fabricantes-intermediários, que utilizam o regime para adquirir insumos e produzir peças ou componentes destinados a empresas responsáveis pela fabricação do produto final exportado. Impacto nas exportações brasileiras A importância do drawback para o comércio exterior brasileiro é expressiva. Em 2025, empresas que utilizaram o regime de suspensão realizaram US$ 72,8 bilhões em exportações, o equivalente a 20,9% de todas as vendas externas brasileiras naquele ano. Ao todo, 1.791 empresas utilizaram o mecanismo. Entre os produtos enviados aos Estados Unidos com utilização do drawback estão itens de madeira, pedras trabalhadas, produtos químicos, portas, calçados, transformadores, carnes, móveis, máquinas e equipamentos. A regulamentação da medida ainda depende de uma portaria da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). O texto deverá definir os procedimentos para os pedidos de prorrogação e os documentos necessários para comprovar os impactos provocados pelas tarifas norte-americanas. Santa Catarina sente os efeitos Os reflexos do novo cenário comercial já aparecem em diferentes polos industriais de Santa Catarina. Em Joinville, as exportações para os Estados Unidos somaram US$ 229,9 milhões em 2024. No primeiro semestre de 2026, o município registrou US$ 95 milhões em vendas ao mercado norte-americano, com recuo de 23,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Cerca de 27,7% das exportações para o país são compostas por partes de motores. Em Caçador, onde a indústria madeireira possui forte participação na economia, as exportações aos Estados Unidos alcançaram US$ 176 milhões em 2024. Entre janeiro e junho de 2026, foram US$ 57,2 milhões, uma redução de 43,8%. A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) alerta que o chamado segundo tarifaço, em vigor desde o dia 22, pode ampliar os impactos sobre a indústria catarinense. Na primeira elevação das tarifas, em 2025, as exportações de Santa Catarina para os Estados Unidos caíram 38,2%, com estimativa de perda de aproximadamente 7,6 mil postos de trabalho. Segundo a entidade, atualmente as tarifas atingem 54,5% do valor das exportações catarinenses destinadas aos Estados Unidos. Outros 40,3% do valor exportado já estão sujeitos à tributação pela chamada seção 232. Para o presidente da Fiesc, Gilberto Seleme, o novo cenário aumenta a necessidade de negociações entre os dois países e de medidas para preservar a competitividade da indústria brasileira. A entidade também informa que mais de 500 empresas já foram atendidas em ações voltadas à busca de novos mercados e prepara uma nova etapa do Programa Destarifaço. Jaraguá do Sul mantém saldo positivo Apesar das dificuldades enfrentadas por parte da indústria catarinense, Jaraguá do Sul continua apresentando desempenho positivo no comércio exterior. Dados preliminares do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços apontam que as empresas do município exportaram US$ 471,77 milhões entre janeiro e julho de 2026, enquanto as importações somaram US$ 316,32 milhões. Com isso, Jaraguá do Sul registra superávit de US$ 155,45 milhões no período. A indústria de equipamentos elétricos representa aproximadamente 89% das vendas externas do município. O setor possui presença internacional em mais de 135 países e tem os Estados Unidos como principal mercado consumidor. Também fazem parte da pauta exportadora de Jaraguá do Sul empresas ligadas à fabricação de máquinas, motores, componentes industriais e outros produtos manufaturados de maior valor agregado. Em 2025, o município encerrou o ano com US$ 976,24 milhões em exportações e US$ 612,47 milhões em importações, alcançando superávit de US$ 363,77 milhões. Mesmo com os números positivos, a indústria local acompanha com atenção a evolução das tarifas norte-americanas, diante da importância dos Estados Unidos para as empresas exportadoras da região. O novo cenário comercial aumenta a pressão sobre os custos e a competitividade dos produtos brasileiros no mercado norte-americano. Ao mesmo tempo, a ampliação do prazo do drawback pode oferecer às empresas uma margem adicional para reorganizar contratos, buscar novos compradores e adaptar suas estratégias de exportação. Por: Renato Santos Imagem: Fiesc
Frente fria se aproxima de SC e aumenta risco de temporais a partir de sexta-feira
Temperaturas podem chegar aos 35°C no Oeste antes da mudança no tempo; fim de semana deve ser de chuva intensa e temporais Santa Catarina terá uma mudança significativa nas condições do tempo nos próximos dias, com a aproximação de uma frente fria que deve provocar chuva e temporais em diferentes regiões do Estado. A instabilidade ganha força principalmente a partir de sexta-feira (28) e deve se estender pelo fim de semana. Nesta quarta-feira (26), as temperaturas máximas ficam entre 19°C e 24°C na maior parte do Estado, enquanto no Oeste e no Litoral Sul podem se aproximar dos 30°C. Nos planaltos, as temperaturas permanecem mais baixas. O mar também volta a ficar agitado no Litoral Sul e na Grande Florianópolis, com ondas de 2 a 2,5 metros e possibilidade de picos maiores em alto-mar. O risco é considerado moderado para ocorrências relacionadas à agitação marítima. Calor aumenta antes da chegada da frente fria Na quinta-feira (27), o dia começa com possibilidade de chuva isolada entre Florianópolis e o Norte catarinense, mas a condição deve perder força durante a manhã. À tarde, o calor aumenta em todo o Estado, com temperaturas acima dos 30°C em várias regiões. A elevação ocorre devido à chamada condição pré-frontal, característica do período que antecede a chegada de uma frente fria. No amanhecer, as mínimas ficam entre 15°C e 22°C, enquanto nos planaltos podem variar de 8°C a 13°C. Sexta-feira terá risco de temporais A principal mudança ocorre na sexta-feira (28), quando uma frente fria avança pelo Rio Grande do Sul e se aproxima de Santa Catarina. A condição favorece a formação de temporais isolados, inicialmente mais concentrados nas áreas próximas à divisa com o estado gaúcho. As ocorrências podem começar durante a tarde e continuar ao longo da noite. Há risco moderado a pontualmente alto para destelhamentos, danos na rede elétrica, queda de galhos, granizo, alagamentos e enxurradas pontuais. Apesar da instabilidade, o calor ainda aparece antes da mudança. As máximas podem alcançar 35°C no Oeste, 33°C no Vale do Itajaí e entre 25°C e 29°C nas demais áreas litorâneas. Fim de semana deve ser de tempo instável A tendência é de continuidade da instabilidade no sábado (29), quando a frente fria permanece próxima da divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As áreas próximas à fronteira devem concentrar as condições mais favoráveis para chuva e temporais. No domingo (30), a frente fria avança por todas as regiões catarinenses, provocando chuvas intensas e temporais, com aumento do risco para ocorrências associadas às condições severas do tempo. No litoral, o mar continua agitado durante o período, especialmente no Litoral Sul e na Grande Florianópolis, com ondas entre 2 e 2,5 metros.
Entidades empresariais se mobilizam na Campanha de Valorização do Voto Regional
A Campanha de Valorização do Voto Regional e Diálogos Institucionais foi apresentada pelo setor empresarial regional para representantes da imprensa na última segunda-feira (24), em Jaraguá do Sul. Representantes de várias entidades apontaram as diretrizes da mobilização conjunta do setor produtivo para incentivar a conscientização dos eleitores a participação no pleito eleitoral e ampliação da representatividade política regional. O encontro contou com a presença de Francisco Tavares Junior (ACIJS), Marcos Aurélio Pereira (APEVI), Gabriel Wulff (Câmara de Dirigentes Lojistas), representando o Centro Empresarial de Jaraguá, Indianara Farias Pereira (ACIAS) e Vania Lúcia Bosse Wilmsen (ACIAC). A ACIAM e a CDL de Guaramirim também fazem parte da campnha.. De acordo com as entidades, a iniciativa conjunta visa ampliar a influência do Vale do Itapocu no cenário político catarinense e nacional. Serão duas frentes estratégicas: a Campanha de Valorização do Voto Regional e a série de encontros “Diálogos Institucionais” com os candidatos ao pleito eleitoral. Campanha de Valorização do Voto Regional Lançada em abril para impactar a conscientização do eleitorado, a campanha se dividiu em três fases ao longo do ano — abrangendo desde a emissão e transferência de títulos até a mobilização do voto consciente. Criada pela agência Woop Comunicação, a campanha está estruturada em três etapas estratégicas: Encontros com candidatos: aproximação e diálogo Também em conjunto com as entidades empresariais de Jaraguá do Sul, Corupá, Guaramirim, Massaranduba e Schroeder, o evento Diálogos Institucionais promove o encontro direto entre o setor produtivo e os candidatos ao pleito. Programado para setembro, o objetivo do evento é conhecer as propostas dos concorrentes e apresentar as prioridades estratégicas para o desenvolvimento sustentável das cidades do Vale do Itapocu. Ao final dos encontros, os participantes receberão um Termo de Compromisso para acompanhamento e cobrança das promessas após a eleição.
Rua Reinoldo Rau terá nova faixa de rolamento a partir deste fim de semana em Jaraguá do Sul
Mudança será realizada entre sábado (29) e domingo (30) e prevê retirada de vagas de estacionamento em trecho da via A Rua Reinoldo Rau, uma das principais vias de circulação no Centro de Jaraguá do Sul, terá uma nova faixa de rolamento a partir deste fim de semana. A alteração será executada pela Diretoria de Trânsito e Transporte da Secretaria de Planejamento e Urbanismo entre a tarde de sábado (29) e o domingo (30). A intervenção ocorrerá no trecho entre a Rua José Albus, nas proximidades da loja Live, e o cruzamento com a Rua Quintino Bocaiúva, junto à Praça Angelo Piazera. Para viabilizar a nova faixa, as vagas de estacionamento existentes no lado direito da Reinoldo Rau serão retiradas ao longo do trecho onde haverá a ampliação da pista. Segundo a Prefeitura, a medida faz parte do conjunto de mudanças planejadas para melhorar a circulação de veículos na região central. A expectativa é reduzir pontos de congestionamento, facilitar as conversões e proporcionar maior fluidez ao trânsito. De acordo com o diretor de Trânsito e Transporte, Gilmar Marietto, a Reinoldo Rau recebe um fluxo aproximado de 12 mil veículos por dia. Com a implantação da faixa adicional, a administração municipal espera aumentar a capacidade de circulação da via e melhorar a segurança para motoristas, ciclistas e pedestres que utilizam o entorno. A orientação é para que os motoristas redobrem a atenção durante a execução dos serviços e respeitem a sinalização instalada no local.
Homem embriagado agride policial e causa confusão em hospital de Jaraguá do Sul
Um homem de 46 anos foi detido na madrugada desta quarta-feira (26) após causar tumulto no pronto-socorro de um hospital, no Centro de Jaraguá do Sul. De acordo com a Polícia Militar, a guarnição foi acionada para atender uma ocorrência de perturbação. No local, o homem, que apresentava sinais de embriaguez, estava bastante alterado, proferindo ofensas e tentando agredir funcionários da unidade hospitalar. Durante a abordagem, o suspeito resistiu à ação dos policiais e desferiu um soco no rosto de um dos militares. Diante da resistência, foi necessário o uso de técnicas de contenção e algemas. Após ser controlado, o homem foi encaminhado para atendimento médico. Em seguida, a Polícia Militar lavrou um Termo Circunstanciado pelos crimes de desacato, resistência e desobediência. As partes foram orientadas sobre os procedimentos legais e liberadas.
Homem condenado por homicídio é preso enquanto trabalhava em empresa de Jaraguá do Sul
Um homem de 41 anos foi preso pela Polícia Militar na madrugada desta quarta-feira (26), durante o cumprimento de um mandado de prisão, em uma empresa localizada na Rua Richard Viergutz, no bairro Rio Cerro I, em Jaraguá do Sul. De acordo com a PM, após receber informações sobre o paradeiro do condenado, a guarnição se deslocou até o local de trabalho do homem. Ele foi localizado na portaria da empresa, onde foi informado sobre a ordem judicial e recebeu voz de prisão. O mandado foi expedido pela Comarca de Blumenau em razão de uma condenação com trânsito em julgado pelo crime de homicídio qualificado, previsto no artigo 121, parágrafo 2º, do Código Penal. Após os procedimentos legais, o homem foi encaminhado ao Presídio Regional de Jaraguá do Sul, onde permanece à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.
Eleitor deve ficar atento à ordem de votação nas Eleições 2026
No primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, eleitoras e eleitores de Santa Catarina devem ficar atentos à ordem de votação na urna eletrônica para evitar erros no momento da escolha dos candidatos. Neste pleito, serão seis votos: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. A ordem de votação será: Após digitar o número de cada candidato, a urna eletrônica exibirá a fotografia e os dados para conferência. Se estiver tudo correto, o eleitor deve pressionar a tecla CONFIRMA para avançar ao próximo cargo. A Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores levem para a cabine um lembrete com os números dos candidatos, já organizados de acordo com a ordem de votação. A medida pode facilitar o processo e evitar a troca ou inversão dos números. Os dois primeiros dígitos dos candidatos correspondem ao número do partido político.