O meteorologista da Rádio RBN, Piter Scheuer, usou as redes sociais para rebater críticas e ataques recebidos após divulgar um alerta sobre a possível formação de um “super El Niño” em Santa Catarina. Em um vídeo de desabafo, ele reforçou que seu compromisso é informar e prevenir a população diante dos riscos climáticos. O meteorologista da Rádio RBN, Piter Scheuer, voltou às redes sociais para se posicionar após a repercussão de um vídeo em que alertava sobre o aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial e os possíveis impactos climáticos em Santa Catarina. A publicação original, feita no fim de abril, ganhou grande repercussão e dividiu opiniões entre internautas. Enquanto muitos demonstraram preocupação com os alertas, outros acusaram o profissional de exagero e alarmismo. Em um novo vídeo, intitulado “Desabafo”, Piter afirmou estar tranquilo por cumprir seu papel como meteorologista e destacou que órgãos públicos já começaram a agir preventivamente em várias regiões do Estado. Segundo ele, medidas como limpeza de rios, dragagem, retirada de famílias de áreas de risco e outras ações de prevenção já estão sendo colocadas em prática para minimizar possíveis transtornos causados por eventos climáticos extremos. Durante a manifestação, o meteorologista da Rádio RBN ressaltou ainda que tem responsabilidade profissional com a informação e que segue seu compromisso com a segurança da população. VEJA O VÍDEO: Paralelamente, o Governo de Santa Catarina prepara um decreto de alerta climático com validade de seis meses. A proposta, coordenada pela Defesa Civil Estadual e pela Procuradoria-Geral do Estado, pretende facilitar o acesso dos municípios a recursos destinados a obras preventivas antes mesmo da ocorrência de desastres naturais. O documento também deverá criar mecanismos para agilizar decretos de situação de emergência em casos de eventos climáticos severos.
Aprovada a MP que prevê renovação automática de CNH
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (7) a Medida Provisória 1327/25, que traz mudanças importantes para os motoristas brasileiros. Entre elas, está a possibilidade de renovação automática da CNH para condutores cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). Agora, a proposta será analisada pelo Senado. O RNPC beneficia motoristas que permanecem 12 meses sem cometer infrações que gerem pontos na carteira. Quem faz parte do cadastro poderá ter vantagens como descontos em impostos, pedágios, estacionamentos, seguros e até renovação gratuita da habilitação. Outra mudança prevista é a opção de emissão da CNH tanto em formato físico quanto digital, conforme a escolha do motorista. A medida também estabelece que o governo federal será responsável por definir os valores cobrados nos exames físicos, mentais e psicológicos exigidos para habilitação. Esses preços deverão ser reajustados anualmente com base no IPCA, índice oficial da inflação. As alterações ajudam a tornar o processo de renovação da carteira mais moderno, prático e menos burocrático para os condutores brasileiros.
Estudo sobre cheias no Rio Grande do Sul aponta causas do desastre que matou 185 pessoas
Um estudo divulgado nesta quinta-feira (7) detalhou as causas que resultaram na maior tragédia climática enfrentada pelo estado do Rio Grande do Sul, em 2024. Foram 478 municípios atingidos por enchentes e enxurradas que alcançaram mais de 2,4 milhões de habitantes e resultaram na morte de 185 pessoas, além de deixarem outras 23 desaparecidas até hoje. Após dois anos do desastre, os pesquisadores mapearam eventos gatilho, identificaram as condições inseguras, as causas raiz e as pressões dinâmicas em um diagnóstico da cadeia de produção de risco. O documento também aponta caminhos para diminuir exposição e vulnerabilidade nas cidades brasileiras. O estudo Entendendo a Construção do Risco: causas raiz do desastre climático de 2024 no Rio Grande do Sul foi desenvolvido pelo World Resources Institute Brasil (WRI) com a participação de pesquisadores de universidades gaúchas. “Buscamos entender as fragilidades que culminaram nesse desastre e propor uma discussão sobre as decisões e políticas que vão prevenir desastres futuros e promover um desenvolvimento resiliente”, explica Henrique Evers, um dos autores do estudo. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp De acordo com a coordenadora de Adaptação Urbana do WRI Brasil, Lara Caccia, o estudo dimensionou o desastre que teve como gatilho o extremo climático, mas foi resultante de um processo histórico de construção do risco, a partir de fatores sociais, econômicos e de governança. “Esses fatores amplificaram os impactos das chuvas intensas”, explica. Foram classificadas em quatro categorias, as 11 causas raiz, que se relacionam com as 20 pressões dinâmicas, gerando condições inseguras para o desastre, que associadas amplificaram o risco e a vulnerabilidade. Confira as causas raiz nas quatro categorias: Desenvolvimento urbano e rural – Modelo de ocupação territorial pouco resiliente Condições físicas e ambientais – Variabilidade do clima – Condições geomorfológicas e hidrológicas favoráveis ao desastre Condições socioeconômicas – Negacionismo climático – Desigualdade socioeconômica e concentração de riqueza – Falta de cultura de prevenção Governança – Modelo de desenvolvimento que prioriza a economia sobre pautas ambientais e sociais – Arcabouço legal negligenciado para gestão de riscos – Falta de priorização política da agenda socioambiental – Insuficiência da governança para lidar com a questão climática entre os níveis de gestão – Dualidade entre público e privado Na prática, uma causa raiz como modelo de ocupação territorial pouco resiliente gera pressões dinâmicas como expansão urbana descontrolada, especulação imobiliária ou desigualdades socioespaciais, por exemplo. “Esses fatores, comuns a outros cenários de desastres climáticos, destacam, sobretudo, o papel das decisões humanas e institucionais em gerar e disseminar socialmente o risco ao longo do tempo”, destaca o relatório. Para os pesquisadores, o fato de muitos desses riscos estarem presentes em todos os municípios afetados, reforça a necessidade de articulação e integração multirregional além das capacidades municipais, com a atuação de instâncias que podem, por exemplo, ser associadas às bacias hidrográficas. A partir desse mapeamento, os pesquisadores concluíram que para tornar cidades mais resilientes é preciso ir além dos investimentos em infraestrutura, sendo necessário o fortalecimento da governança em diferentes níveis de governo, articulação e integração do planejamento, consolidação de uma cultura de prevenção e a priorização de grupos vulnerabilizados. “Se o risco foi construído historicamente, a resiliência também pode ser construída por meio de novas escolhas de desenvolvimento”, avalia Lara Caccia. Fonte: Agência Brasil Foto: Alexandre Pessoa/Divulgação
TJ afasta exigência de residência mínima de 5 anos em SC para o Universidade Gratuita
Orientação já firmada pelo STF veda discriminações territoriais entre brasileiros A 4ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) manteve decisão que afastou a exigência de residência mínima prevista em lei estadual para participação no Programa Universidade Gratuita. O colegiado também confirmou a aplicação de multa ao Estado por interposição de agravo interno considerado manifestamente improcedente. O recurso foi interposto contra decisão monocrática do juízo da 2ª Vara Cível da comarca de Biguaçu que havia dado parcial provimento à apelação do ente público apenas para reconhecer sua isenção de custas, mantendo a procedência do pedido inicial. No agravo interno, o Estado sustentou a nulidade do julgamento unipessoal, ao alegar violação à cláusula de reserva de plenário e à Súmula Vinculante n. 10, do Supremo Tribunal Federal (STF), além de defender a constitucionalidade da exigência de residência mínima de cinco anos em Santa Catarina, prevista no art. 6º, II, da Lei Complementar Estadual n. 831/2023. Ao analisar o caso, o desembargador relator afastou a alegação de nulidade. Segundo destacou, a decisão monocrática foi proferida com base em entendimento consolidado do STF, o que autoriza o julgamento unipessoal nos termos do Código de Processo Civil. Ainda de acordo com o relator, a possibilidade de interposição de agravo interno assegura a apreciação da matéria pelo colegiado, inexistindo afronta ao princípio da colegialidade. O relator também afastou a alegada violação à cláusula de reserva de plenário – não houve declaração autônoma de inconstitucionalidade, mas apenas aplicação, em controle difuso, de orientação já firmada pela Suprema Corte quanto à vedação de discriminações territoriais entre brasileiros. No mérito, foi mantido o entendimento de que o requisito de naturalidade ou residência mínima no Estado não se mostra compatível com a Constituição. O relator ressaltou que a norma estabelece distinção baseada exclusivamente em critério territorial, sem relação com a finalidade da política pública, o que afronta os princípios da igualdade e da vedação de discriminações entre brasileiros. “Uma limitação de ordem espacial fere os preceitos constitucionais que proíbem a criação de vantagens em favor de naturais deste estado da federação em detrimento de outros, porque a legitimidade de uma política pública não pode se amparar em um critério especial, visto que o seu objetivo deve ser promover uma igualação de oportunidade para todos, o que vai em sentido inverso da restrição legal”, frisou. Ainda segundo o relatório, precedentes do STF indicam que entes federativos não podem criar preferências entre cidadãos com base em origem ou local de residência, especialmente quando ausente justificativa constitucional adequada. O relator destacou que esse entendimento se aplica também ao Programa Universidade Gratuita, ainda que se trate de política de fomento ao ensino superior em instituições privadas. Com base nesses fundamentos, o órgão fracionário decidiu, por unanimidade, conhecer e negar provimento ao agravo interno, mantida a decisão anterior (Agravo interno em apelação n. 5003079-61.2025.8.24.0007).
Jaraguá está no ranking das cidades com maior número de autuações por uso de drogas em locais públicos
Desde outubro de 2025, quando entrou em vigor a lei estadual que prevê multa para consumo ou porte de drogas em espaços públicos, o Estado já contabilizou 8.383 autuações. Somente nos quatro primeiros meses de 2026 foram 4.859 registros. De janeiro de 2026 até agora, Jaraguá do Sul registrou 237 autuações por uso ou porte de drogas em locais públicos. A cidade atrás apenas de outros municípios como Joinville, Itajaí e Florianópolis. Em Jaraguá do Sul, a presença policial foi ampliada principalmente em locais com grande circulação de pessoas, como praças, parques e áreas centrais. O objetivo é reduzir o consumo de drogas em espaços públicos, combater crimes relacionados ao tráfico e aumentar a sensação de segurança da população. Segundo o 14º Batalhão de Polícia Militar, o tráfico de drogas acaba financiando uma série de outros crimes, o que torna o combate ainda mais necessário. De acordo com ele, o 14º BPM aparece entre os batalhões que mais realizam autuações por esse tipo de ocorrência em Santa Catarina, ocupando atualmente a segunda colocação no ranking estadual. A aplicação da nova legislação também tem contribuído para o aumento das fiscalizações. Pela regra estadual, quem for flagrado consumindo ou portando drogas em locais públicos recebe multa equivalente a um salário mínimo. Em caso de reincidência dentro de um período de 12 meses, o valor é dobrado. A Polícia Militar afirma que as ações têm apresentado resultados práticos nas ruas, principalmente na redução do consumo explícito em locais públicos. Conforme o comandante, a presença constante das equipes e a aplicação das multas têm ajudado a mudar o comportamento em áreas onde o problema era frequente. Em Santa Catarina, o valor da multa administrativa para quem for flagrado portando ou consumindo drogas ilícitas em locais públicos é de 1 (um) salário mínimo que corresponde a R$ 1.518,00. Em caso de nova autuação no período de 12 meses, o valor da multa é dobrado. Os valores arrecadados com as autuações são destinados ao Fundo de Segurança Pública, ao Fundo Antidrogas e também ao Fundo Estadual de Saúde. Já a fiscalização segue reforçada em toda a região, especialmente em pontos considerados mais sensíveis pelas forças de segurança.
Furtos de fios causam prejuízo milionário em Guaramirim
A onda de furtos de fios de cobre segue causando prejuízos milionários e impactos diretos na segurança pública em Guaramirim. Após ter parte da iluminação pública destruída por criminosos, a Prefeitura precisou reconstruir toda a estrutura em pontos estratégicos da cidade, incluindo trevos, viadutos e a Ponte do Zimdars. Somente o valor do cobre levado pelos ladrões ultrapassou R$ 65 mil, sem contar os custos com mão de obra, novos equipamentos e os transtornos enfrentados pela população. O setor de iluminação pública da Prefeitura de Guaramirim concluiu a reposição das estruturas danificadas por furtos de fios de cobre em vários pontos estratégicos da cidade. Segundo o responsável pelo setor, Dilceu Dávila e Silva, os trabalhos foram realizados no trevo da BR-280 com a Rodovia do Arroz, no viaduto de acesso à cidade e na ponte sobre o Rio Itapocu, na SC-108, conhecida como Ponte do Zimdars. Na Ponte do Zimdars, a recuperação foi parcial devido aos danos considerados graves. Apenas um dos lados da iluminação foi restabelecido. O outro segue apagado até que sejam executadas melhorias estruturais previstas pela Prefeitura. Conforme o responsável pelo setor, a administração municipal pretende modernizar a iluminação da ponte, substituindo o antigo sistema por postes mais altos e luminárias de maior potência, concentradas em apenas um lado da estrutura. Já nos trevos e viadutos, a infraestrutura precisou ser refeita praticamente do zero. Para evitar novos prejuízos, o município optou por trocar toda a fiação de cobre por alumínio, material mais barato e com menor valor de revenda, o que reduz o interesse de criminosos. Outra mudança adotada foi a instalação de rede aérea, substituindo o sistema subterrâneo utilizado anteriormente. Segundo a Prefeitura, a medida busca dificultar a ação de ladrões e facilitar futuras manutenções. No mês passado, aproximadamente 3,5 quilômetros de fios de cobre foram furtados nos três pontos públicos de Guaramirim. Além do prejuízo financeiro, os crimes deixaram áreas importantes da cidade sem iluminação, aumentando os riscos para motoristas e pedestres.
Jaraguá do Sul segue com baixa cobertura de vacinação contra a gripe
O número de cobertura vacinal contra a gripe influenza em Jaraguá do Sul está muito abaixo do esperado. A observação foi feita pela responsável pelo setor de imunização na Secretaria da Saúde, Ana Kneip. A vacinação prossegue até do dia 30 de maio. Segundo ela, o público infantil, que mais transmite a gripe, é o mais preocupante com apenas 18% de cobertura e este grupo, acrescenta ela, tem aumentado consideravelmente o movimento no pronto-socorro do Hospital Jaraguá, impactando no número de internações. Ana também ressalta a baixa adesão dos idosos com apenas 35% e gestantes com 40%. (ouça a enfermeira Ana Kneip no player abaixo)
Influenza: Aumentam as internações por gripe nos Hospitais São José e Jaraguá
O número de complicações e internações por doenças respiratórias em Jaraguá do Sul, está preocupando os profissionais da saúde. A RBN abordou o assunto com médicos especialistas dos dois hospitais de Jaraguá do Sul em entrevista no Programa Portal RBN. O pneumologista. Felipe Benthien, do Hospital São José, destacou que as causas, como ocorre todo ano, está no clima mais úmido e frio. Para evitar complicações, destacou a importância da vacinação. (Ouça no player abaixo) No Hospital Jaraguá, a medica infectologista, Amanda Correia, destacou que o vírus influenza aumentou de forma bastante acentuada, com mais de mil atendimentos somente em março e abril, apontando um aumento de 100 vezes na comparação com os meses de janeiro e fevereiro. Amanda destaca os cuidados básicos com lavagem das mãos, ambientes ventilados e uso de máscara. (Ouça no player abaixo)
Secretaria de Estado da Educação afasta professor após denúncia de assédio sexual em escola de Jaraguá do Sul
De acordo com nota enviada ao Jornalismo da Rádio RBN, a Secretaria de Estado da Educação (SED), informou que já instaurou um processo para apurar o ocorrido e realizou todos os procedimentos cabíveis para o afastamento do profissional da rede estadual de ensino. A pasta também disse que as equipes do Núcleo de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola (NEPRE) foram acionadas para fazer o acolhimento da estudante e o encaminhamento às redes de apoio assim que tomaram conhecimento do fato. Na nota, a SED afirmou que repudia qualquer tipo de violência praticada dentro ou fora das escolas estaduais de Santa Catarina, e que por meio de ações educativas, a Secretaria sempre busca promover a cultura de paz e combater as violências nas unidades. SOBRE A DENÚNCIA DE ABUSO SEXUAL O caso se tornou público após a Polícia Civil de Santa Catarina iniciar uma investigação envolvendo denúncia grave de assédio sexual registrado dentro de uma escola estadual em Jaraguá do Sul. A denúncia foi formalizada no dia 16 de abril pela mãe de uma adolescente de 14 anos, que relatou uma série de comportamentos inadequados por parte de um professor de informática. De acordo com o boletim de ocorrência, a estudante contou que o professor teria ultrapassado limites físicos durante uma aula, aproximando-se de forma excessiva, tocando sua cintura e colocando a mão por dentro de sua camisa na direção do busto. A jovem ainda relatou que, mesmo demonstrando desconforto e pedindo para que ele se afastasse, o comportamento persistiu. A mãe também afirmou que não foi um episódio isolado. Segundo ela, já haviam ocorrido outras situações consideradas invasivas, como o professor se inclinar de forma excessiva sobre a aluna durante uma prova e até cheirar o pescoço da adolescente, atitudes que geraram preocupação e indignação na família. O caso foi registrado como assédio sexual e está sob responsabilidade da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente e Idoso, que dará sequência às investigações. Para preservar a vítima e não comprometer o andamento do processo, a identidade do professor e da escola não foi divulgada. Alerta e orientação para adolescentes Casos como este reforçam a importância de que adolescentes estejam atentos e não se calem diante de qualquer tipo de abuso ou comportamento inadequado. Situações de toque sem consentimento, aproximação excessiva, comentários de cunho sexual ou atitudes que causem desconforto devem ser denunciadas imediatamente. É fundamental que a vítima procure um adulto de confiança — como pais, responsáveis, professores ou direção da escola — e registre a ocorrência junto às autoridades. No Brasil, denúncias também podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 100, canal nacional de proteção aos direitos humanos. Especialistas destacam que o silêncio pode prolongar o sofrimento e permitir que outros casos aconteçam. Denunciar é um passo essencial para interromper ciclos de violência, garantir a responsabilização dos envolvidos e proteger outras possíveis vítimas. A orientação é clara: qualquer sinal de abuso deve ser levado a sério. A escola deve ser um ambiente seguro, de aprendizado e respeito — e qualquer violação desse princípio precisa ser denunciado. VEJA A NOTA: A Secretaria de Estado da Educação (SED), por meio da Coordenadoria Regional de Educação (CRE) de Jaraguá do Sul, informa que já instaurou processo para apurar o ocorrido e realizou todos os procedimentos cabíveis para o afastamento do profissional da rede estadual de ensino. Importante destacar que, prontamente, as equipes do Núcleo de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às Violências na Escola (NEPRE) foram acionadas para fazer o acolhimento da estudante e o encaminhamento às redes de apoio. A SED reitera o repúdio a qualquer tipo de violência praticada dentro ou fora das escolas estaduais de Santa Catarina. Por meio de ações educativas, a Secretaria busca promover a cultura de paz e combater as violências nas unidades.
Briga por ciúmes termina com casal levado a delegacia de Jaraguá do Sul
Uma discussão entre um casal mobilizou a Polícia Militar após denúncias de agressão envolvendo ciúmes, consumo de bebida alcoólica e uso de medicamento controlado. Segundo relato das partes aos policiais, a briga começou após um desentendimento motivado por ciúmes. Uma das pessoas envolvidas afirmou ter sido empurrada e agredida na região da coxa. Já a outra parte relatou que foi empurrada de uma escada e negou as agressões, afirmando que apenas tentou conter a companheira, que estaria alterada devido à mistura de remédios controlados com álcool. Diante das versões apresentadas e visando garantir a segurança da mulher envolvida, ambos foram encaminhados para avaliação na Polícia Científica e posteriormente conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. Homem é flagrado com maconha em posto de combustíveis em Jaraguá do Sul Um homem de 35 anos foi abordado pela Polícia Militar durante rondas em um posto de combustíveis em Jaraguá do Sul após tentar fugir ao perceber a aproximação da viatura. O caso foi registrado como posse de drogas para consumo pessoal. De acordo com a PM, o suspeito, já conhecido pelas equipes policiais, correu em direção à conveniência do estabelecimento ao notar a presença da guarnição. Durante a abordagem, os policiais realizaram revista na mochila que ele carregava e localizaram um pequeno torrão de maconha. Questionado, o homem confirmou ser usuário da substância e relatou que a droga seria destinada ao próprio consumo. Diante da situação, os policiais deram voz de prisão e ofereceram ao abordado os benefícios previstos na Lei nº 9.099/95, que foram aceitos. Na sequência, foi lavrado um Termo Circunstanciado, aplicada a infração administrativa e o homem acabou liberado após receber orientações sobre os procedimentos legais.